Educação sobre Saúde Mental para Pais

A saúde mental é um tema que está cada vez mais em evidência, e não sem razão. A sociedade vem percebendo, gradualmente, que bem-estar emocional não é um luxo, mas sim uma necessidade fundamental para o desenvolvimento saudável de qualquer indivíduo. Nesse cenário, o papel dos pais na promoção da saúde mental dos filhos torna-se essencial, pois as primeiras relações, os primeiros aprendizados e os valores mais profundos são estabelecidos em casa.


Neste artigo, abordaremos como os pais podem se engajar na educação sobre saúde mental de seus filhos, promovendo um ambiente acolhedor e seguro para que as crianças e adolescentes se desenvolvam emocionalmente. Iremos explorar:



  • A importância de entender o que é saúde mental na infância e adolescência;
  • Como identificar sinais de que algo pode não estar bem com seu filho(a);
  • Estratégias de comunicação e acolhimento dentro do lar;
  • O papel da Psicologia, Psicoterapia e do Psicólogo Online no cuidado da saúde mental infantil;
  • Dicas práticas de autocuidado para pais, que também precisam estar bem para cuidar melhor de seus filhos.


Ao final do texto, você encontrará uma chamada para ação para conhecer os planos de atendimento terapêutico da plataforma escutaaqui, onde oferecemos Terapia Online e suporte especializado, além de nossa Formação Permanente, que pode ajudar famílias e profissionais a aprofundar seus conhecimentos em Psicologia.

Boa leitura!


O que é saúde mental e por que ela importa para as crianças?


A saúde mental envolve a forma como uma pessoa pensa, sente e se comporta. Quando falamos de crianças, esse conceito engloba não apenas a ausência de transtornos, mas também a capacidade de lidar com desafios, expressar emoções de forma saudável e desenvolver relacionamentos positivos.


Na infância e na adolescência, o cérebro está em constante desenvolvimento, e experiências vividas nesses períodos têm um impacto duradouro na formação da personalidade, no funcionamento emocional e até no desempenho acadêmico. Por isso, investir em saúde mental infantil significa:


  1. Criar bases sólidas para o futuro: crianças emocionalmente saudáveis tendem a se tornar adultos mais resilientes, empáticos e socialmente adaptados.
  2. Prevenir transtornos: um ambiente acolhedor e atento às necessidades emocionais pode prevenir problemas como depressão, ansiedade e outros quadros complexos.
  3. Fortalecer laços familiares: quando os pais se engajam no cuidado emocional dos filhos, a relação se torna mais próxima, baseada em confiança e abertura.
  4. Melhorar o desempenho escolar: crianças com boa saúde mental têm maior capacidade de concentração, interação social e resolução de problemas.


Neste ponto, é importante frisar que nenhuma família está livre de enfrentar dificuldades emocionais em algum momento. No entanto, pais bem informados sobre Psicologia, Psicoterapia e os sinais de alerta podem fazer toda a diferença na hora de conduzir essas situações.


Sinais de que a criança pode estar precisando de ajuda


Uma das primeiras perguntas que surgem é: como os pais podem identificar se o filho está passando por alguma dificuldade emocional ou transtorno mental? Embora apenas um profissional qualificado possa emitir um diagnóstico, certos comportamentos e mudanças podem ser indícios de que algo não vai bem:


  • Alterações de humor acentuadas: se a criança passa de tranquila para muito irritada ou chorosa repentinamente e com frequência, vale investigar.
  • Isolamento social: recusar convites de amigos, deixar de participar de atividades que antes gostava ou preferir ficar sempre sozinha.
  • Dificuldade de concentração: queda brusca no rendimento escolar ou reclamações constantes dos professores sobre desatenção em sala de aula.
  • Problemas de sono: pesadelos recorrentes, insônia ou resistência extrema para ir dormir.
  • Mudanças no apetite: perda ou ganho de peso repentinos, recusa em comer ou relatos de compulsão alimentar.
  • Comportamentos regressivos: volta de comportamentos típicos de fases anteriores, como urinar na cama em idade mais avançada ou chupar o dedo.
  • Agressividade e irritabilidade: crises de raiva sem causa aparente, dificuldade em lidar com pequenas frustrações.
  • Comentários negativos sobre si mesma: expressões como “sou burro(a)”, “ninguém gosta de mim” ou “queria sumir”.


É claro que nem todo comportamento diferente significa um transtorno. As crianças estão em fase de descobertas, e algumas oscilações são normais. Contudo, se esses sinais forem intensos, persistentes ou estiverem afetando o dia a dia, a ajuda de um Psicólogo ou um profissional de Psicoterapia pode ser crucial.


Se você quiser se aprofundar no tema, confira mais detalhes em artigos que publicamos em nosso blog, onde abordamos a saúde mental de crianças e adolescentes, além de discutir a importância de pais atentos na condução de situações desafiadoras.


Como conversar sobre saúde mental com crianças e adolescentes


Muitos pais têm receio de abordar certas questões relacionadas a emoções, medo de “traumatizar” ou achar que o filho(a) não vai entender. Entretanto, falar abertamente sobre sentimentos, ansiedades e medos de forma adequada à idade da criança é um caminho para:


  1. Validar emoções: as crianças aprendem que sentir tristeza, raiva ou frustração não é errado, mas sim parte da vida.
  2. Construir um vocabulário emocional: nomear sentimentos (“estou me sentindo ansiosa”, “me sinto inseguro”) ajuda a criança a compreender melhor o que está acontecendo internamente.
  3. Reduzir tabus: quando os pais falam abertamente sobre problemas, como ansiedade ou depressão, a criança entende que esses temas não são proibidos e pode se sentir mais à vontade para pedir ajuda, caso precise.


Dicas práticas para diálogos saudáveis


  • Escolha momentos tranquilos: se possível, converse quando todos estiverem calmos e sem pressa — pode ser durante uma refeição, em um passeio ou na hora de colocar a criança para dormir.
  • Use linguagem simples: adapte a forma de explicar de acordo com a faixa etária da criança. Para os menores, exemplos concretos e analogias podem ser úteis (“a tristeza é como uma nuvem que passa, mas às vezes ela demora”).
  • Escute ativamente: deixe a criança falar, faça perguntas abertas e mostre interesse genuíno. Evite interromper ou julgar.
  • Valide os sentimentos: caso seu filho diga que está com medo, por exemplo, reconheça esse sentimento (“eu entendo, às vezes eu também sinto medo”) antes de sugerir alguma solução.


Para pais de adolescentes, é igualmente importante manter a porta aberta para o diálogo, mesmo que eles estejam em uma fase de maior independência. Evite críticas constantes e tente compreender o que está por trás de comportamentos mais fechados. Adotar uma postura acolhedora frequentemente rende melhores resultados do que impor regras rígidas sem diálogo.


Estratégias de fortalecimento emocional em família


Desenvolver a saúde mental de crianças e adolescentes também passa pela maneira como o ambiente familiar é estruturado. Alguns hábitos podem criar um clima de segurança e confiança:


  1. Rotina equilibrada: definir horários para acordar, estudar, brincar e dormir. Essa organização reduz a ansiedade e faz com que a criança se sinta segura.
  2. Presença e atenção: encontrar momentos de qualidade para estar com os filhos, mesmo em meio à correria. Isso não significa quantidade de tempo, mas sim um tempo dedicado de forma plena.
  3. Atividades físicas e lazer: o exercício regular libera endorfinas, auxilia no controle de estresse e contribui para o desenvolvimento saudável do cérebro. Passeios ao ar livre também favorecem o bem-estar emocional.
  4. Exemplo dos pais: as crianças aprendem mais pelo exemplo do que pelas palavras. Se os pais demonstram capacidade de lidar com frustrações e falam sobre seus próprios sentimentos, a criança tende a repetir esses comportamentos.
  5. Limites e regras claras: estabelecer limites não é algo negativo; na verdade, ajuda a criança a entender o que é esperado dela. Isso promove segurança e reduz conflitos.


Não se esqueça de que cada família tem suas dinâmicas. O fundamental é encontrar um equilíbrio que atenda às necessidades de todos, respeitando a individualidade e o ritmo de cada pessoa.


O papel do Psicólogo Online e da Terapia Online


Em muitos casos, a conversa, o acolhimento familiar e as estratégias de fortalecimento emocional já são suficientes para resolver dificuldades pontuais. Porém, em outros, será necessário buscar ajuda profissional de um Psicólogo ou Psicoterapeuta.


A Terapia Online tem se tornado uma alternativa cada vez mais adotada pelas famílias. E por que isso é vantajoso para pais e filhos?


  • Acesso facilitado: não há necessidade de deslocamento, o que economiza tempo e dinheiro.
  • Conforto e familiaridade: a criança ou o adolescente podem participar da sessão em um ambiente que já conhecem, reduzindo a resistência inicial.
  • Variedade de profissionais: ao buscar atendimento online, você pode encontrar psicólogos de diferentes especialidades, escolhendo aquele que melhor atende às necessidades da sua família.
  • Flexibilidade de horários: é mais fácil adequar as sessões à rotina dos pais, que muitas vezes têm agendas cheias de compromissos.


A escutaaqui é uma plataforma que oferece esse tipo de recurso, com profissionais experientes e capacitados para lidar com questões relacionadas à saúde mental infantil, juvenil e também de adultos. Em nosso blog, você encontrará artigos sobre como funciona o acompanhamento terapêutico online, depoimentos e dicas de como iniciar o processo de forma segura e eficiente.


Quando buscar ajuda profissional?


É importante saber que buscar ajuda profissional não é motivo de vergonha. Pelo contrário, é um sinal de responsabilidade e cuidado. Alguns cenários que indicam a necessidade de um Psicólogo ou de Psicoterapia:


  • Persistência dos sinais de alerta: se os sintomas (irritabilidade, tristeza extrema, isolamento, etc.) durarem mais de algumas semanas e estiverem afetando diversas áreas da vida da criança.
  • Dificuldades escolares graves: quando as intervenções em casa e na escola não são suficientes para melhorar o desempenho ou a integração social.
  • Conflitos familiares intensos: brigas constantes, comunicação agressiva e sensação de que não há saída para os desentendimentos.
  • Questões de saúde mental pré-existentes: se a família já tem histórico de transtornos mentais, a prevenção e o acompanhamento tornam-se ainda mais importantes.
  • Traumas: situações de violência, bullying, perda de um ente querido, mudança brusca de cidade ou escola podem exigir suporte especializado para que a criança elabore o que ocorreu.


Nessas circunstâncias, um Psicólogo Online poderá avaliar o quadro, orientar a família e, se necessário, encaminhar para outros profissionais (como psiquiatras ou terapeutas ocupacionais). A Terapia Online é uma ferramenta valiosa que encurta distâncias e possibilita um cuidado mais imediato.


A importância da rede de apoio


Pais não precisam nem devem enfrentar sozinhos as dificuldades emocionais dos filhos. Contar com uma rede de apoio é fundamental. Essa rede pode incluir:


  • Família estendida: avós, tios e primos podem ajudar a perceber sinais que às vezes passam despercebidos pela convivência diária dos pais.
  • Escola: professores e orientadores educacionais costumam notar mudanças de comportamento e podem colaborar com sugestões ou encaminhamentos para profissionais.
  • Grupos de pais: trocar experiências com outras famílias que enfrentaram desafios semelhantes pode trazer alívio e ideias de soluções práticas.
  • Profissionais de saúde: pediatras, psicopedagogos e fonoaudiólogos, por exemplo, podem contribuir em diagnósticos multidisciplinares e acompanhar o desenvolvimento infantil em diferentes áreas.


Esse suporte facilita a identificação precoce de dificuldades e amplia as possibilidades de intervenção. O objetivo não é “terceirizar” a educação, mas sim cocriar soluções em conjunto com pessoas que se importam com o bem-estar da criança.


Como lidar com a própria saúde mental como pai ou mãe


É comum que pais se coloquem em segundo plano ao cuidar dos filhos, mas é essencial lembrar que o autocuidado é parte fundamental da equação. Quando os pais estão emocionalmente esgotados, ansiosos ou deprimidos, é mais difícil exercer o papel de educador com paciência e clareza. Alguns passos podem ajudar:


  1. Reserve um tempo só para você: seja para ler um livro, praticar exercícios ou simplesmente descansar.
  2. Cultive relacionamentos: manter amizades e ter momentos de lazer em casal ou com outros adultos ajuda a aliviar tensões do dia a dia.
  3. Busque apoio profissional, se necessário: pais também podem se beneficiar de Terapia Online para lidar com estresse, sobrecarga e conflitos internos.
  4. Evite a culpa constante: lembre-se de que criar filhos é um aprendizado contínuo. Erros acontecem, mas o importante é reconhecer e seguir em frente.



Ao cuidar da própria saúde mental, você estará melhor preparado(a) para perceber sutis mudanças de humor no seu filho e para lidar com desafios que podem surgir na rotina familiar.


A influência das mídias digitais na saúde mental dos filhos


Vivemos em uma era digital, e as telas (celulares, tablets, televisores, videogames) se tornaram parte constante do cotidiano das crianças. Embora a tecnologia possa oferecer entretenimento e aprendizado, é fundamental estabelecer limites e acompanhar o que as crianças consomem. Por quê?


  • Exposição a conteúdo inapropriado: cenas violentas ou discursos de ódio podem afetar negativamente a percepção de mundo da criança.
  • Uso excessivo: passar horas em redes sociais ou jogos online pode prejudicar o sono, o desempenho escolar e a sociabilidade fora do universo virtual.
  • Comparação e baixa autoestima: adolescentes, em especial, podem cair em ciclos de comparação e se sentir insatisfeitos com a própria imagem.


Uma estratégia eficaz é estabelecer horários e regras claras para o uso das telas, além de participar ativamente do que a criança faz online, mostrando interesse genuíno. Dessa forma, a tecnologia pode ser utilizada de maneira equilibrada, reduzindo potenciais impactos negativos na saúde mental.


O papel da escola na educação sobre saúde mental


Por mais que a família seja o núcleo primário de formação, a escola exerce enorme influência no desenvolvimento socioemocional dos alunos. Atualmente, muitas instituições de ensino já incluem no currículo atividades que estimulam competências socioemocionais, como:


  • Rodas de conversa para tratar de bullying, inclusão, autoestima e outros temas.
  • Projetos de acolhimento: espaços de escuta e apoio psicológico, seja presencialmente ou por meio de Psicólogo Online conveniado.
  • Aulas de Educação Emocional: onde as crianças podem aprender a lidar com sentimentos e cultivar relacionamentos saudáveis.


Pais e escola podem formar uma parceria sólida em prol da saúde mental dos estudantes, trocando informações sobre o desempenho e o bem-estar das crianças e identificando sinais de alerta em conjunto.

Para saber mais sobre como as instituições de ensino podem colaborar na promoção da saúde mental, acesse este post em nosso blog e confira dicas de práticas inovadoras adotadas por diversas escolas.


Construindo um futuro saudável: a importância do conhecimento contínuo


A educação sobre saúde mental para pais não se esgota em um único artigo ou livro. É um processo contínuo, que exige atualização, reflexão e, muitas vezes, humildade para reconhecer que não sabemos tudo e que precisamos de ajuda especializada.

Ao investir tempo em estudar Psicologia e Psicoterapia, assistir palestras e conversar com profissionais, você se torna um pai ou mãe mais consciente e preparado. Isso não significa que nunca haverá problemas, mas sim que você estará mais apto(a) a lidar com eles.


Chamada para ação: cuide da saúde mental da sua família agora!


Se você chegou até aqui, provavelmente está interessado em oferecer o melhor suporte emocional para seus filhos e também cuidar de si. É hora de dar o próximo passo e conhecer mais sobre nossa Formação Permanente em Terapia Online e os planos de atendimento psicológico da escutaaqui.


Com a escutaaqui, você tem acesso a profissionais capacitados para diferentes faixas etárias — da infância à vida adulta —, tudo isso em um ambiente online seguro, prático e acolhedor. Para receber mais informações sobre como iniciar a terapia ou tirar dúvidas sobre nossos serviços, envie agora mesmo uma mensagem:


Quero saber mais sobre os planos de terapia online


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Tudo sobre Psicologia, bem-estar e terapia online

Por Matheus Santos 3 de janeiro de 2026
Em algum momento da terapia, muitas pessoas se fazem a pergunta — às vezes em silêncio, às vezes com culpa: “Será que eu posso trocar de psicólogo?” “E se eu estiver desistindo cedo demais?” “Trocar de profissional significa que a terapia falhou?” Essas dúvidas são mais comuns do que parecem. E a resposta curta é: sim, é possível trocar de psicólogo — e, em alguns casos, isso é saudável e necessário. Mas essa decisão merece cuidado, reflexão e honestidade emocional. Neste texto, você vai entender: quando trocar de psicólogo faz sentido quando a vontade de trocar pode esconder outro movimento como conversar sobre isso em terapia como fazer essa transição com respeito e cuidado o que a escutaaqui oferece para facilitar esse processo Trocar de psicólogo é sinal de fracasso? Não. Trocar de psicólogo não significa que você falhou , nem que a terapia “não funciona”. Muitas vezes, significa exatamente o contrário: que você está mais consciente do que precisa. Assim como em qualquer relação profissional, nem todo encaixe acontece — e isso não invalida o trabalho feito até ali. Quando trocar de psicólogo pode fazer sentido Existem situações em que a troca é legítima e saudável. Alguns exemplos: 1. Falta de vínculo terapêutico persistente Se, após um tempo razoável, você sente que: não consegue se abrir não se sente seguro(a) não há espaço para diálogo não se sente compreendido(a) isso merece atenção. 👉 Como saber se você encontrou o psicólogo certo https://www.escutaaqui.com/como-saber-se-voce-encontrou-o-psicologo-certo-para-voce 2. Sensação constante de julgamento ou invalidação A terapia deve ser um espaço de escuta ética. Sentir-se frequentemente julgado(a), desrespeitado(a) ou diminuído(a) não é esperado. 3. Falta de clareza sobre o processo Se você não entende minimamente: o que está sendo trabalhado por que certos temas aparecem qual é o foco do processo e não há abertura para conversar sobre isso, pode ser necessário reavaliar. 4. Desalinhamento com a abordagem Algumas pessoas precisam de processos mais estruturados; outras, mais exploratórios. Se há um desencontro claro entre expectativa e método, ajustes — ou troca — podem fazer sentido. 👉 Abordagens integrativas na psicologia https://www.escutaaqui.com/abordagens-integrativas-na-psicologia 5. Questões éticas Quebra de sigilo, falta de limites claros ou atitudes antiéticas são sinais importantes de alerta. 👉 Código de Ética Profissional do Psicólogo https://www.escutaaqui.com/codigo-etica-psicologo Quando a vontade de trocar pode esconder outra coisa Nem toda vontade de trocar indica que o psicólogo está errado. Às vezes, essa vontade surge quando: temas difíceis começam a aparecer emoções evitadas vêm à tona o processo começa a aprofundar padrões antigos são questionados há medo de mudar Nesses casos, trocar pode ser uma forma de evitar o desconforto , não de resolvê-lo. 👉 Quando a terapia não parece estar funcionando https://www.escutaaqui.com/quando-a-terapia-nao-parece-estar-funcionando-o-que-avaliar-antes-de-desistir Por isso, a reflexão é essencial. Falar sobre a vontade de trocar também é terapia Antes de tomar a decisão, vale conversar. Você pode dizer, por exemplo: “Tenho pensado em trocar de psicólogo” “Sinto que algo não está encaixando” “Não sei se este processo está funcionando para mim” A forma como o psicólogo acolhe essa conversa é, por si só, um dado importante. 👉 O que falar na terapia https://www.escutaaqui.com/o-que-falar-na-terapia-como-aproveitar-melhor-as-sessoes Como fazer a troca de forma respeitosa e cuidadosa Se a decisão for trocar, alguns cuidados ajudam: • Evite sumir sem avisar Sempre que possível, converse sobre o encerramento. • Reconheça o que foi construído Mesmo que o processo não continue, algo foi trabalhado. • Use a experiência como aprendizado Entender o que não funcionou ajuda na próxima escolha. 👉 Como escolher um psicólogo online https://www.escutaaqui.com/como-escolher-um-psicologo-online-guia-completo-para-fazer-a-escolha-certa Trocar de psicólogo interrompe o processo? Não necessariamente. Muitas vezes, a troca: dá novo fôlego ao cuidado permite aprofundar temas melhora o vínculo aumenta a adesão A terapia não começa do zero — você leva consigo tudo o que já foi elaborado. A terapia online facilita esse processo A terapia online torna a troca menos burocrática e mais acessível, permitindo: mais opções de profissionais facilidade de transição continuidade do cuidado menos barreiras logísticas 👉 Diferenças entre terapia online e presencial https://www.escutaaqui.com/diferencas-entre-terapia-online-e-presencial-qual-e-a-melhor-opcao-para-voce Como a escutaaqui apoia você nesse momento A escutaaqui entende que o processo terapêutico é vivo — e que ajustes fazem parte dele. Por isso, oferece: psicólogos com CRP ativo diversidade de abordagens acolhimento desde o primeiro contato possibilidade de trocar de profissional orientação para encontrar o melhor encaixe atendimento online seguro e humano E um diferencial que amplia o cuidado: A cada sessão paga, uma sessão é doada para alguém em situação de vulnerabilidade. Ou seja, cuidar de si também gera impacto social. Trocar pode ser um passo de amadurecimento Trocar de psicólogo não é desistir da terapia. Muitas vezes, é se comprometer ainda mais com o próprio cuidado . Se você sente que precisa de ajuda para avaliar esse momento ou encontrar um profissional que faça mais sentido para você agora, a equipe de acolhimento da escutaaqui está pronta para te orientar: 👉 https://www.escutaaqui.com/ Cuidar de si também é saber quando ajustar o caminho.
Por Matheus Santos 3 de janeiro de 2026
Depois de começar a terapia — ou até mesmo antes — uma dúvida costuma aparecer: “Será que esse psicólogo é o profissional certo para mim?” “Como eu sei se essa relação terapêutica está funcionando?” “E se eu estiver no lugar errado?” Essas perguntas são legítimas, importantes e fazem parte do processo terapêutico. Encontrar o psicólogo certo não é sobre perfeição, afinidade imediata ou ausência de desconforto — é sobre vínculo, segurança e possibilidade de trabalho clínico . Neste texto, você vai entender: o que realmente define um bom encaixe terapêutico sinais de que você encontrou o psicólogo certo sinais de alerta que merecem atenção diferenças entre desconforto saudável e desalinhamento quando conversar, ajustar ou trocar de profissional como a escutaaqui ajuda nesse processo Primeiro: não existe psicólogo perfeito É importante começar desfazendo um mito. O psicólogo certo para você não é aquele que: nunca te confronta sempre concorda com você te faz se sentir bem o tempo todo resolve tudo rapidamente A terapia envolve desconforto, reflexão e mudança — e isso faz parte de um processo saudável. O que realmente importa na escolha do psicólogo Mais do que idade, gênero, abordagem ou estilo, alguns fatores são fundamentais: sensação de segurança emocional possibilidade de falar sem medo de julgamento escuta atenta e respeitosa clareza sobre o processo espaço para diálogo ética e sigilo 👉 Código de Ética Profissional do Psicólogo https://www.escutaaqui.com/codigo-etica-psicologo Sinais de que você encontrou o psicólogo certo Nem todos aparecem logo nas primeiras sessões, mas costumam surgir com o tempo. 1. Você se sente à vontade para falar Mesmo quando o assunto é difícil, vergonhoso ou confuso. 2. Você sente que é escutado(a) Não apenas ouvido, mas compreendido — ainda que o psicólogo questione ou confronte alguns pontos. 3. Existe espaço para discordar Você pode dizer quando algo não faz sentido, quando não concorda ou quando se sente desconfortável. 👉 O que falar na terapia https://www.escutaaqui.com/o-que-falar-na-terapia-como-aproveitar-melhor-as-sessoes 4. O psicólogo não dá respostas prontas Em vez disso, ajuda você a construir as próprias respostas. 5. O processo faz sentido Mesmo que seja difícil, você entende por que certos temas estão sendo trabalhados. 6. Você percebe movimentos internos Mais consciência, reflexões fora da sessão, questionamentos novos — mesmo sem alívio imediato. 👉 Quando a terapia não parece estar funcionando https://www.escutaaqui.com/quando-a-terapia-nao-parece-estar-funcionando-o-que-avaliar-antes-de-desistir Desconforto não significa erro Um ponto crucial: sentir desconforto não é sinal de que o psicólogo está errado . O desconforto saudável acontece quando: padrões antigos são questionados emoções evitadas vêm à tona defesas começam a cair mudanças internas começam a acontecer Isso é diferente de se sentir: invalidado(a) julgado(a) desrespeitado(a) ignorado(a) Aprender a diferenciar essas experiências é fundamental. Sinais de alerta que merecem atenção Algumas situações indicam que algo pode não estar adequado: você se sente constantemente julgado(a) não há espaço para diálogo sobre o processo o psicólogo impõe verdades ou decisões suas falas são frequentemente minimizadas não há clareza mínima sobre o trabalho terapêutico você sente medo de falar sobre o que incomoda Nesses casos, é importante parar e avaliar . Falar sobre isso em sessão é o primeiro passo Antes de trocar de profissional, vale conversar. Você pode dizer coisas como: “Tenho sentido dificuldade de me abrir” “Não sei se estamos trabalhando o que eu preciso” “Sinto que algo não está encaixando” A forma como o psicólogo acolhe essa conversa diz muito sobre a relação terapêutica. 👉 O que não fazer na terapia https://www.escutaaqui.com/o-que-nao-fazer-na-terapia-comportamentos-que-podem-dificultar-o-processo Trocar de psicólogo é fracasso? Não. Trocar de psicólogo pode ser: um ato de autocuidado um sinal de amadurecimento emocional uma escolha consciente Assim como em qualquer relação profissional, nem todo encaixe funciona — e isso não invalida o processo terapêutico. A terapia online influencia esse vínculo? A terapia online não reduz a qualidade do vínculo terapêutico. Em muitos casos, ela facilita . Ela pode: reduzir ansiedade inicial aumentar sensação de segurança favorecer espontaneidade melhorar constância 👉 Diferenças entre terapia online e presencial https://www.escutaaqui.com/diferencas-entre-terapia-online-e-presencial-qual-e-a-melhor-opcao-para-voce Como a escutaaqui ajuda você a encontrar o psicólogo certo A escutaaqui entende que encontrar o psicólogo certo é parte fundamental do cuidado. Por isso, oferece: psicólogos com CRP ativo diversidade de abordagens acolhimento desde o primeiro contato possibilidade de ajustes no processo atendimento online seguro orientação contínua E um diferencial que amplia o sentido do cuidado: A cada sessão paga, uma sessão é doada para alguém em situação de vulnerabilidade. Ou seja, enquanto você cuida de si, ajuda outra pessoa a acessar cuidado psicológico. Encontrar o psicólogo certo é um processo — não um teste Você não precisa decidir tudo na primeira sessão. O vínculo se constrói com o tempo, diálogo e honestidade. Se você sente que precisa de ajuda para encontrar um profissional que faça sentido para você, a equipe de acolhimento da escutaaqui está pronta para te orientar: 👉 https://www.escutaaqui.com/ O psicólogo certo não é aquele que promete respostas fáceis — é aquele que caminha com você enquanto as respostas se constroem.
Por Matheus Santos 3 de janeiro de 2026
Em algum momento do processo terapêutico, muitas pessoas se perguntam: “Será que a terapia está funcionando mesmo?” “Por que não me sinto melhor ainda?” “Será que esse processo é para mim?” Essas dúvidas são mais comuns do que parecem — e, na maioria das vezes, não significam que a terapia não funciona , mas que algo importante está acontecendo no processo. Antes de desistir, vale parar e avaliar alguns pontos fundamentais. Neste texto, você vai entender: por que é comum sentir que a terapia não está funcionando sinais de que o processo está em andamento (mesmo sem alívio imediato) situações em que ajustes são necessários quando trocar de abordagem ou profissional pode fazer sentido como conversar sobre isso em terapia como a escutaaqui pode te apoiar nesse momento Sentir dúvida faz parte do processo terapêutico A terapia não é um caminho linear. Ela envolve avanços, pausas, desconfortos, recaídas e reorganizações internas. Em muitos casos, a sensação de que “não está funcionando” surge quando: emoções difíceis começam a aparecer padrões antigos são questionados defesas emocionais começam a cair mudanças internas ainda não se traduziram em alívio externo Paradoxalmente, esse momento costuma indicar aprofundamento , não fracasso. 👉 Quanto tempo dura a terapia? https://www.escutaaqui.com/quanto-tempo-dura-a-terapia-entenda-o-processo-e-tenha-expectativas-realistas A terapia não é apenas sobre se sentir melhor Um equívoco comum é medir o sucesso da terapia apenas pelo alívio imediato. A terapia também serve para: aumentar consciência emocional identificar padrões repetitivos compreender escolhas desenvolver autonomia aprender a lidar com emoções difíceis mudar a forma de se relacionar consigo e com os outros Esses ganhos nem sempre são percebidos como “bem-estar” no início. Sinais de que a terapia pode estar funcionando (mesmo sem parecer) Alguns sinais sutis de progresso incluem: você pensa mais sobre si fora da sessão começa a perceber padrões antes invisíveis sente emoções que antes evitava questiona comportamentos automáticos reage de forma diferente a situações parecidas consegue nomear melhor o que sente Esses movimentos internos precedem mudanças mais visíveis. Por que às vezes parece que a terapia piorou? É relativamente comum sentir um aumento temporário de desconforto quando: temas sensíveis começam a ser abordados traumas são revisitados com cuidado sentimentos reprimidos vêm à tona você para de evitar certas emoções Isso não significa que a terapia está te fazendo mal — significa que ela está tocando no que precisa ser cuidado , com segurança. 👉 O que não fazer na terapia https://www.escutaaqui.com/o-que-nao-fazer-na-terapia-comportamentos-que-podem-dificultar-o-processo Quando é importante conversar sobre isso em sessão Se a sensação de estagnação ou frustração persiste, o primeiro passo não é desistir — é conversar . Vale trazer para a sessão pensamentos como: “Tenho sentido que não estou avançando” “Não sei se estamos trabalhando o que eu preciso” “Estou com dúvidas sobre o processo” “Tenho vontade de desistir” Falar sobre a própria terapia é parte da terapia . 👉 O que falar na terapia https://www.escutaaqui.com/o-que-falar-na-terapia-como-aproveitar-melhor-as-sessoes A abordagem terapêutica pode influenciar essa sensação Nem toda abordagem funciona da mesma forma para todas as pessoas. Algumas são mais: estruturadas focadas em objetivos orientadas para habilidades Outras são mais: exploratórias profundas focadas em padrões emocionais Se houver desalinhamento entre sua expectativa e a abordagem utilizada, ajustes podem ser feitos — ou uma mudança pode ser considerada. 👉 Abordagens integrativas na psicologia https://www.escutaaqui.com/abordagens-integrativas-na-psicologia E quando o vínculo com o psicólogo não se constrói? O vínculo terapêutico é um dos fatores mais importantes da eficácia da terapia. Se você sente: dificuldade de confiança sensação de não ser compreendido(a) falta de segurança para se abrir desconforto persistente sem elaboração isso merece ser olhado com cuidado. Às vezes, conversar sobre isso resolve. Em outros casos, trocar de profissional pode ser saudável — e não é um fracasso. 👉 Como escolher um psicólogo online https://www.escutaaqui.com/como-escolher-um-psicologo-online-guia-completo-para-fazer-a-escolha-certa Quando realmente pode ser hora de repensar o processo? Alguns sinais indicam a necessidade de reavaliação: ausência total de objetivos claros após muito tempo falta de espaço para diálogo sobre o processo sensação constante de invalidação estagnação prolongada sem reflexão ausência de contrato terapêutico mínimo Nesses casos, é legítimo repensar o caminho. A terapia online muda essa experiência? A terapia online não reduz a profundidade do processo, mas pode: facilitar constância reduzir faltas diminuir barreiras logísticas aumentar conforto emocional 👉 Diferenças entre terapia online e presencial https://www.escutaaqui.com/diferencas-entre-terapia-online-e-presencial-qual-e-a-melhor-opcao-para-voce Para muitas pessoas, isso melhora a adesão e os resultados. Como a escutaaqui apoia você nesses momentos de dúvida A escutaaqui entende que a terapia é um processo vivo — e que dúvidas fazem parte dele. Por isso, oferece: acolhimento desde o início psicólogos qualificados e éticos possibilidade de ajustes no processo orientação clara atendimento online acessível cuidado humano E um diferencial que amplia o sentido do cuidado: A cada sessão paga, uma sessão é doada para alguém em situação de vulnerabilidade. Cuidar de si também gera impacto social. Antes de desistir, vale escutar o que essa dúvida quer dizer A vontade de desistir nem sempre significa que a terapia não funciona. Muitas vezes, ela aponta para algo que precisa ser dito, ajustado ou compreendido. Se você sente que algo no processo precisa de atenção, a equipe de acolhimento da escutaaqui está pronta para te ouvir e orientar: 👉 https://www.escutaaqui.com/ Às vezes, insistir um pouco mais — com consciência — é exatamente o que permite a mudança acontecer.
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