Fadiga na quarentena: como tratar a exaustão?

Você que está lendo este artigo foi impactado, seja diretamente ou indiretamente, pela pandemia ocasionada pelo COVID-19. O fato é que nenhum brasileiro esperava estar isolado tanto tempo dentro de casa. Isso está criando um grave problema: a fadiga na quarentena.


Ao redor do Brasil, de Norte ao Sul, a principal recomendação é: fique dentro de casa! Principalmente se você tiver o privilégio de poder trabalhar do conforto do seu lar e obter conexão internet para falar com entes e amigos queridos.


Mas o fato é que muitos estão dando “pequenas escapulidas”, seja para realizar visitas em lugares sem aglomeração ou resolver assuntos rápidos. De todas as formas, o pico do COVID-19 ainda não chegou em muitos estados. Resumindo, o perigo da contaminação existe e precisa ser evitado.


Pensando no tema, a escutaaqui trará um panorama sobre a fadiga e relacioná-la ao novo fenômeno “fadiga na quarentena”. Adiantando, tudo está relacionado a forma como o nosso psicológico reage aos acontecimentos. Quer saber ainda mais? Basta seguir com a leitura!


Biologicamente, o que é a fadiga?

A fadiga (ou Síndrome da Fadiga Crônica - SFC) é o nome que se dá a um sintoma que está caracterizado pela sensação de desgaste, cansaço e falta de energia. Como é de se esperar, este é um sintoma bastante recorrente entre os mais diferentes tipos de doenças e condições.


Assim, tem causas diversas e entende-se “fadiga” como uma sensação de desgaste, cansaço excessivo e falta de energia. As principais causas são: estilo de vida não saudável, estresse contínuo, problemas psicológicos e condições médicas (como ter anemia, câncer e outras doenças).


Quais são os tipos de fadiga?

Existem alguns tipos de fadiga. Veja abaixo:

  • Fadiga muscular: causada pelo excesso de educação física;
  • Fadiga adrenal: ocorre quando o corpo passa por alto nível de stress, complicando a concentração;
  • Fadiga crônica: essa fadiga é mais grave, pois pode provocar incapacidade. Ocorre quando há enorme tensão e estresse em todos os âmbitos da vida (profissional, amoroso, etc);
  • Fadiga mental: decorrente do desgaste intelectual; e
  • Fadiga sensorial: quando há exaustão de um órgão do corpo, provocando surdez ou cegueira.


Quais são os principais sintomas da fadiga?

Já quando falamos de sintomas, os principais são:

  • dificuldade com a memória ou concentração;
  • dor de garganta;
  • presença de gânglios (íngua) dolorosos no pescoço ou nas axilas;
  • dores musculares e nas juntas;
  • dor de cabeça
  • sono não reparador.


Mas, o que seria a fadiga na quarentena?

Agora que você já sabe um pouco mais sobre a fadiga falando pelo aspecto biológico, ficará mais fácil entender como a fadiga na quarentena ocorre.


Voltando alguns meses atrás, antes da quarentena iniciar, nós tínhamos outro tipo de rotina e estilo de vida. Podíamos sair em público, ver shows, visitar os amigos, fazer festas de aniversário, entre outras atividades.


Encarávamos o COVID-19 como um “vírus da China”, que nunca chegaria aqui. Após a primeira quinzena de março, tudo mudou. Precisamos nos adaptar a nova realidade que era o isolamento social.


As previsões iniciais eram que a quarentena duraria até o início de maio. No entanto, quase 5 meses após o início, as notícias ainda não são agradáveis. Vemos, diariamente, o número de infectados e de óbitos aumentando.


Por outro lado, para a psicologia, o ser humano consegue absorver situações indesejadas, com forte estresse, apenas por um curto período. Isto porque nos fazemos acreditar que uma situação complicada, logo passará; “é apenas uma fase”.


Logo após esse curto tempo, que pode durar 2 semanas, nosso cérebro entra em desgaste. Se a nossa reação inicial é se proteger e ficar na retaguarda, logo após relaxamos, não criando medo do perigo presente.


Esse fenômeno, nesse caso específico, pode ser denominado “fadiga na quarentena”. Voltando a falar do mês de março, grande parte da população sentiu medo do novo vírus, ficando em casa e respeitando as medidas. 


Já atualmente, em julho, o cenário é diferente: as pessoas estão saindo de casa e o comércio está reabrindo, mesmo com as estatísticas estando mais altas que em março.


A explicação pode surgir como reação dos os mecanismos de alerta do corpo humano, principalmente os cerebrais (com atuação da amígdala e hipocampo). Mesmo que ocorra uma ação inicial ante um perigo, como a possibilidade de infecção por um vírus, essa reação entra em colapso depois de um tempo.


A doutoranda em Psicologia Social, do Trabalho e das Organizações da Universidade de Brasília (UnB), Jéssica Farias, realizou uma pesquisa entre abril e março com 2.056 pessoas de 25 estados com o objetivo de compreender o descumprimento das medidas de isolamento. 


A doutoranda chegou à conclusão que estudantes e desempregados demonstraram maior intenção de violar a quarentena, por necessidade de trabalho, uma questão de subsistência.


Como evitar a fadiga na quarentena?

Ficar 24 horas dentro de casa pode ser insuportável para algumas pessoas. Além de resultar na fadiga da quarentena, pode causar também outras reações psicológicas, como a raiva, estresse, ansiedade e depressão.


Alguns psicólogos recomendam certas ações para que esse tipo de fadiga não chegue a se manifestar. Primeiramente, é preciso reforçar que não há incentivos para sair de casa, por isso, a melhor maneira de evitar a fadiga da quarentena é se reinventar.


Como? Criando novos hábitos diários, diversificando os tipos de exercícios físicos, realizando novas leituras, marcando vídeo chamadas com amigos periodicamente, decorando um novo cômodo, entre outras dicas.


Caso haja uma enorme necessidade de colocar os pés para fora de casa, uma das opções é recorrer aos serviços essenciais, como bancos, supermercados e farmácias. Por exemplo, se você precisa fazer a compra do mês, que tal caminhar até um supermercado um pouco mais longe?


Antes de tomar essa decisão, tenha certeza que no meio do caminho você não entrará em lugares apertados, que pode ocasionar em aglomeração, e não correrá nenhum tipo de perigo.


Por fim, é possível também caminhar com o carro pela cidade com o vidro sempre fechado, obviamente.


O Coronavírus pode causar fadiga?

Quando falamos em fadiga na quarentena, muitos acreditam que ela seja provocada pela infecção do COVID-19 em si. Mas isso não é verdade.


É fato que muitos pacientes que deram positivo para o Coronavírus apresentam como sintoma a fadiga, mas isso é decorrente dos danos que o vírus causa ao nosso corpo. Após a contaminação, é normal que ocorra um desaceleramento e excesso de sono.


Já a fadiga na quarentena pode ocorrer com qualquer pessoa, mesmo não estando infectada. Como citado anteriormente, é uma reação psicológica, uma vez que não nos importamos mais com o perigo da contaminação, fazendo com que alguns saiam de casa.


Como meu psicólogo pode ajudar a evitar a fadiga na quarentena?

O psicólogo será o melhor profissional a guiar na resolução da fadiga da na quarentena. Esse profissional reconhecerá a raiz do problema e apresentará formas do seu paciente ter paz mental durante esse perigo tão conturbado.


Matheus Santos, psicanalista e fundador da escutaaqui, explica um pouco mais sobre a importância de pedir ajuda psicológica durante o isolamento: 


“Estamos vivendo uma situação sem precedentes e sem previsão, nunca tínhamos vivido isso antes e não sabemos como será daqui para frente. Todo esse cenário é propício para elevar ou até desenvolver quadros de ansiedade, depressão e estresse. Encarar tudo isso sozinho sendo que existe recursos para tratamento, não é um bom caminho. A escutaaqui nasceu nesse momento justamente para ser uma possibilidade de um tratamento frente ao isolamento, ou seja, você fará sua terapia de onde, quando e como quiser.”


Para que não haja aglomerações ou saídas de casa desnecessárias, há opções de consultas online. Elas ocorrem da mesma forma que as presenciais, no entanto, a interação entre o paciente e o profissional acontece via chamada de vídeo.


Ressaltando novamente, sair de casa para realizar atividades além das essenciais ainda pode representar um grande risco para a saúde. Por isso, é preciso seguir todas as recomendações para que o contágio se espalhe cada vez menos.


Caso você esteja passando pela fadiga na quarentena e queira seguir as dicas citadas acima, não esqueça de:

  • usar sempre máscara ao sair de casa;
  • não ter contato próximo com desconhecidos ou com pessoas que não fazem parte da sua rotina;
  • sair em horários que não seja de pico;
  • evitar lugares com pouca circulação de ar;
  • sempre lavar bem as mãos e levar álcool gel no bolso.


A escutaaqui possui profissionais capacitados para auxiliar você a passar por essa fase estando bem consigo mesmo. Nós queremos permitir que você tenha sessões de terapia online de qualidade, mas também queremos outros, com menos recursos, também tenham essa oportunidade. Assim, a cada sessão paga, uma é dada! Converse agora mesmo com um especialista para saber mais!



Tudo sobre Psicologia, bem-estar e terapia online

Por Matheus Santos 3 de janeiro de 2026
Em algum momento da terapia, muitas pessoas se fazem a pergunta — às vezes em silêncio, às vezes com culpa: “Será que eu posso trocar de psicólogo?” “E se eu estiver desistindo cedo demais?” “Trocar de profissional significa que a terapia falhou?” Essas dúvidas são mais comuns do que parecem. E a resposta curta é: sim, é possível trocar de psicólogo — e, em alguns casos, isso é saudável e necessário. Mas essa decisão merece cuidado, reflexão e honestidade emocional. Neste texto, você vai entender: quando trocar de psicólogo faz sentido quando a vontade de trocar pode esconder outro movimento como conversar sobre isso em terapia como fazer essa transição com respeito e cuidado o que a escutaaqui oferece para facilitar esse processo Trocar de psicólogo é sinal de fracasso? Não. Trocar de psicólogo não significa que você falhou , nem que a terapia “não funciona”. Muitas vezes, significa exatamente o contrário: que você está mais consciente do que precisa. Assim como em qualquer relação profissional, nem todo encaixe acontece — e isso não invalida o trabalho feito até ali. Quando trocar de psicólogo pode fazer sentido Existem situações em que a troca é legítima e saudável. Alguns exemplos: 1. Falta de vínculo terapêutico persistente Se, após um tempo razoável, você sente que: não consegue se abrir não se sente seguro(a) não há espaço para diálogo não se sente compreendido(a) isso merece atenção. 👉 Como saber se você encontrou o psicólogo certo https://www.escutaaqui.com/como-saber-se-voce-encontrou-o-psicologo-certo-para-voce 2. Sensação constante de julgamento ou invalidação A terapia deve ser um espaço de escuta ética. Sentir-se frequentemente julgado(a), desrespeitado(a) ou diminuído(a) não é esperado. 3. Falta de clareza sobre o processo Se você não entende minimamente: o que está sendo trabalhado por que certos temas aparecem qual é o foco do processo e não há abertura para conversar sobre isso, pode ser necessário reavaliar. 4. Desalinhamento com a abordagem Algumas pessoas precisam de processos mais estruturados; outras, mais exploratórios. Se há um desencontro claro entre expectativa e método, ajustes — ou troca — podem fazer sentido. 👉 Abordagens integrativas na psicologia https://www.escutaaqui.com/abordagens-integrativas-na-psicologia 5. Questões éticas Quebra de sigilo, falta de limites claros ou atitudes antiéticas são sinais importantes de alerta. 👉 Código de Ética Profissional do Psicólogo https://www.escutaaqui.com/codigo-etica-psicologo Quando a vontade de trocar pode esconder outra coisa Nem toda vontade de trocar indica que o psicólogo está errado. Às vezes, essa vontade surge quando: temas difíceis começam a aparecer emoções evitadas vêm à tona o processo começa a aprofundar padrões antigos são questionados há medo de mudar Nesses casos, trocar pode ser uma forma de evitar o desconforto , não de resolvê-lo. 👉 Quando a terapia não parece estar funcionando https://www.escutaaqui.com/quando-a-terapia-nao-parece-estar-funcionando-o-que-avaliar-antes-de-desistir Por isso, a reflexão é essencial. Falar sobre a vontade de trocar também é terapia Antes de tomar a decisão, vale conversar. Você pode dizer, por exemplo: “Tenho pensado em trocar de psicólogo” “Sinto que algo não está encaixando” “Não sei se este processo está funcionando para mim” A forma como o psicólogo acolhe essa conversa é, por si só, um dado importante. 👉 O que falar na terapia https://www.escutaaqui.com/o-que-falar-na-terapia-como-aproveitar-melhor-as-sessoes Como fazer a troca de forma respeitosa e cuidadosa Se a decisão for trocar, alguns cuidados ajudam: • Evite sumir sem avisar Sempre que possível, converse sobre o encerramento. • Reconheça o que foi construído Mesmo que o processo não continue, algo foi trabalhado. • Use a experiência como aprendizado Entender o que não funcionou ajuda na próxima escolha. 👉 Como escolher um psicólogo online https://www.escutaaqui.com/como-escolher-um-psicologo-online-guia-completo-para-fazer-a-escolha-certa Trocar de psicólogo interrompe o processo? Não necessariamente. Muitas vezes, a troca: dá novo fôlego ao cuidado permite aprofundar temas melhora o vínculo aumenta a adesão A terapia não começa do zero — você leva consigo tudo o que já foi elaborado. A terapia online facilita esse processo A terapia online torna a troca menos burocrática e mais acessível, permitindo: mais opções de profissionais facilidade de transição continuidade do cuidado menos barreiras logísticas 👉 Diferenças entre terapia online e presencial https://www.escutaaqui.com/diferencas-entre-terapia-online-e-presencial-qual-e-a-melhor-opcao-para-voce Como a escutaaqui apoia você nesse momento A escutaaqui entende que o processo terapêutico é vivo — e que ajustes fazem parte dele. Por isso, oferece: psicólogos com CRP ativo diversidade de abordagens acolhimento desde o primeiro contato possibilidade de trocar de profissional orientação para encontrar o melhor encaixe atendimento online seguro e humano E um diferencial que amplia o cuidado: A cada sessão paga, uma sessão é doada para alguém em situação de vulnerabilidade. Ou seja, cuidar de si também gera impacto social. Trocar pode ser um passo de amadurecimento Trocar de psicólogo não é desistir da terapia. Muitas vezes, é se comprometer ainda mais com o próprio cuidado . Se você sente que precisa de ajuda para avaliar esse momento ou encontrar um profissional que faça mais sentido para você agora, a equipe de acolhimento da escutaaqui está pronta para te orientar: 👉 https://www.escutaaqui.com/ Cuidar de si também é saber quando ajustar o caminho.
Por Matheus Santos 3 de janeiro de 2026
Depois de começar a terapia — ou até mesmo antes — uma dúvida costuma aparecer: “Será que esse psicólogo é o profissional certo para mim?” “Como eu sei se essa relação terapêutica está funcionando?” “E se eu estiver no lugar errado?” Essas perguntas são legítimas, importantes e fazem parte do processo terapêutico. Encontrar o psicólogo certo não é sobre perfeição, afinidade imediata ou ausência de desconforto — é sobre vínculo, segurança e possibilidade de trabalho clínico . Neste texto, você vai entender: o que realmente define um bom encaixe terapêutico sinais de que você encontrou o psicólogo certo sinais de alerta que merecem atenção diferenças entre desconforto saudável e desalinhamento quando conversar, ajustar ou trocar de profissional como a escutaaqui ajuda nesse processo Primeiro: não existe psicólogo perfeito É importante começar desfazendo um mito. O psicólogo certo para você não é aquele que: nunca te confronta sempre concorda com você te faz se sentir bem o tempo todo resolve tudo rapidamente A terapia envolve desconforto, reflexão e mudança — e isso faz parte de um processo saudável. O que realmente importa na escolha do psicólogo Mais do que idade, gênero, abordagem ou estilo, alguns fatores são fundamentais: sensação de segurança emocional possibilidade de falar sem medo de julgamento escuta atenta e respeitosa clareza sobre o processo espaço para diálogo ética e sigilo 👉 Código de Ética Profissional do Psicólogo https://www.escutaaqui.com/codigo-etica-psicologo Sinais de que você encontrou o psicólogo certo Nem todos aparecem logo nas primeiras sessões, mas costumam surgir com o tempo. 1. Você se sente à vontade para falar Mesmo quando o assunto é difícil, vergonhoso ou confuso. 2. Você sente que é escutado(a) Não apenas ouvido, mas compreendido — ainda que o psicólogo questione ou confronte alguns pontos. 3. Existe espaço para discordar Você pode dizer quando algo não faz sentido, quando não concorda ou quando se sente desconfortável. 👉 O que falar na terapia https://www.escutaaqui.com/o-que-falar-na-terapia-como-aproveitar-melhor-as-sessoes 4. O psicólogo não dá respostas prontas Em vez disso, ajuda você a construir as próprias respostas. 5. O processo faz sentido Mesmo que seja difícil, você entende por que certos temas estão sendo trabalhados. 6. Você percebe movimentos internos Mais consciência, reflexões fora da sessão, questionamentos novos — mesmo sem alívio imediato. 👉 Quando a terapia não parece estar funcionando https://www.escutaaqui.com/quando-a-terapia-nao-parece-estar-funcionando-o-que-avaliar-antes-de-desistir Desconforto não significa erro Um ponto crucial: sentir desconforto não é sinal de que o psicólogo está errado . O desconforto saudável acontece quando: padrões antigos são questionados emoções evitadas vêm à tona defesas começam a cair mudanças internas começam a acontecer Isso é diferente de se sentir: invalidado(a) julgado(a) desrespeitado(a) ignorado(a) Aprender a diferenciar essas experiências é fundamental. Sinais de alerta que merecem atenção Algumas situações indicam que algo pode não estar adequado: você se sente constantemente julgado(a) não há espaço para diálogo sobre o processo o psicólogo impõe verdades ou decisões suas falas são frequentemente minimizadas não há clareza mínima sobre o trabalho terapêutico você sente medo de falar sobre o que incomoda Nesses casos, é importante parar e avaliar . Falar sobre isso em sessão é o primeiro passo Antes de trocar de profissional, vale conversar. Você pode dizer coisas como: “Tenho sentido dificuldade de me abrir” “Não sei se estamos trabalhando o que eu preciso” “Sinto que algo não está encaixando” A forma como o psicólogo acolhe essa conversa diz muito sobre a relação terapêutica. 👉 O que não fazer na terapia https://www.escutaaqui.com/o-que-nao-fazer-na-terapia-comportamentos-que-podem-dificultar-o-processo Trocar de psicólogo é fracasso? Não. Trocar de psicólogo pode ser: um ato de autocuidado um sinal de amadurecimento emocional uma escolha consciente Assim como em qualquer relação profissional, nem todo encaixe funciona — e isso não invalida o processo terapêutico. A terapia online influencia esse vínculo? A terapia online não reduz a qualidade do vínculo terapêutico. Em muitos casos, ela facilita . Ela pode: reduzir ansiedade inicial aumentar sensação de segurança favorecer espontaneidade melhorar constância 👉 Diferenças entre terapia online e presencial https://www.escutaaqui.com/diferencas-entre-terapia-online-e-presencial-qual-e-a-melhor-opcao-para-voce Como a escutaaqui ajuda você a encontrar o psicólogo certo A escutaaqui entende que encontrar o psicólogo certo é parte fundamental do cuidado. Por isso, oferece: psicólogos com CRP ativo diversidade de abordagens acolhimento desde o primeiro contato possibilidade de ajustes no processo atendimento online seguro orientação contínua E um diferencial que amplia o sentido do cuidado: A cada sessão paga, uma sessão é doada para alguém em situação de vulnerabilidade. Ou seja, enquanto você cuida de si, ajuda outra pessoa a acessar cuidado psicológico. Encontrar o psicólogo certo é um processo — não um teste Você não precisa decidir tudo na primeira sessão. O vínculo se constrói com o tempo, diálogo e honestidade. Se você sente que precisa de ajuda para encontrar um profissional que faça sentido para você, a equipe de acolhimento da escutaaqui está pronta para te orientar: 👉 https://www.escutaaqui.com/ O psicólogo certo não é aquele que promete respostas fáceis — é aquele que caminha com você enquanto as respostas se constroem.
Por Matheus Santos 3 de janeiro de 2026
Em algum momento do processo terapêutico, muitas pessoas se perguntam: “Será que a terapia está funcionando mesmo?” “Por que não me sinto melhor ainda?” “Será que esse processo é para mim?” Essas dúvidas são mais comuns do que parecem — e, na maioria das vezes, não significam que a terapia não funciona , mas que algo importante está acontecendo no processo. Antes de desistir, vale parar e avaliar alguns pontos fundamentais. Neste texto, você vai entender: por que é comum sentir que a terapia não está funcionando sinais de que o processo está em andamento (mesmo sem alívio imediato) situações em que ajustes são necessários quando trocar de abordagem ou profissional pode fazer sentido como conversar sobre isso em terapia como a escutaaqui pode te apoiar nesse momento Sentir dúvida faz parte do processo terapêutico A terapia não é um caminho linear. Ela envolve avanços, pausas, desconfortos, recaídas e reorganizações internas. Em muitos casos, a sensação de que “não está funcionando” surge quando: emoções difíceis começam a aparecer padrões antigos são questionados defesas emocionais começam a cair mudanças internas ainda não se traduziram em alívio externo Paradoxalmente, esse momento costuma indicar aprofundamento , não fracasso. 👉 Quanto tempo dura a terapia? https://www.escutaaqui.com/quanto-tempo-dura-a-terapia-entenda-o-processo-e-tenha-expectativas-realistas A terapia não é apenas sobre se sentir melhor Um equívoco comum é medir o sucesso da terapia apenas pelo alívio imediato. A terapia também serve para: aumentar consciência emocional identificar padrões repetitivos compreender escolhas desenvolver autonomia aprender a lidar com emoções difíceis mudar a forma de se relacionar consigo e com os outros Esses ganhos nem sempre são percebidos como “bem-estar” no início. Sinais de que a terapia pode estar funcionando (mesmo sem parecer) Alguns sinais sutis de progresso incluem: você pensa mais sobre si fora da sessão começa a perceber padrões antes invisíveis sente emoções que antes evitava questiona comportamentos automáticos reage de forma diferente a situações parecidas consegue nomear melhor o que sente Esses movimentos internos precedem mudanças mais visíveis. Por que às vezes parece que a terapia piorou? É relativamente comum sentir um aumento temporário de desconforto quando: temas sensíveis começam a ser abordados traumas são revisitados com cuidado sentimentos reprimidos vêm à tona você para de evitar certas emoções Isso não significa que a terapia está te fazendo mal — significa que ela está tocando no que precisa ser cuidado , com segurança. 👉 O que não fazer na terapia https://www.escutaaqui.com/o-que-nao-fazer-na-terapia-comportamentos-que-podem-dificultar-o-processo Quando é importante conversar sobre isso em sessão Se a sensação de estagnação ou frustração persiste, o primeiro passo não é desistir — é conversar . Vale trazer para a sessão pensamentos como: “Tenho sentido que não estou avançando” “Não sei se estamos trabalhando o que eu preciso” “Estou com dúvidas sobre o processo” “Tenho vontade de desistir” Falar sobre a própria terapia é parte da terapia . 👉 O que falar na terapia https://www.escutaaqui.com/o-que-falar-na-terapia-como-aproveitar-melhor-as-sessoes A abordagem terapêutica pode influenciar essa sensação Nem toda abordagem funciona da mesma forma para todas as pessoas. Algumas são mais: estruturadas focadas em objetivos orientadas para habilidades Outras são mais: exploratórias profundas focadas em padrões emocionais Se houver desalinhamento entre sua expectativa e a abordagem utilizada, ajustes podem ser feitos — ou uma mudança pode ser considerada. 👉 Abordagens integrativas na psicologia https://www.escutaaqui.com/abordagens-integrativas-na-psicologia E quando o vínculo com o psicólogo não se constrói? O vínculo terapêutico é um dos fatores mais importantes da eficácia da terapia. Se você sente: dificuldade de confiança sensação de não ser compreendido(a) falta de segurança para se abrir desconforto persistente sem elaboração isso merece ser olhado com cuidado. Às vezes, conversar sobre isso resolve. Em outros casos, trocar de profissional pode ser saudável — e não é um fracasso. 👉 Como escolher um psicólogo online https://www.escutaaqui.com/como-escolher-um-psicologo-online-guia-completo-para-fazer-a-escolha-certa Quando realmente pode ser hora de repensar o processo? Alguns sinais indicam a necessidade de reavaliação: ausência total de objetivos claros após muito tempo falta de espaço para diálogo sobre o processo sensação constante de invalidação estagnação prolongada sem reflexão ausência de contrato terapêutico mínimo Nesses casos, é legítimo repensar o caminho. A terapia online muda essa experiência? A terapia online não reduz a profundidade do processo, mas pode: facilitar constância reduzir faltas diminuir barreiras logísticas aumentar conforto emocional 👉 Diferenças entre terapia online e presencial https://www.escutaaqui.com/diferencas-entre-terapia-online-e-presencial-qual-e-a-melhor-opcao-para-voce Para muitas pessoas, isso melhora a adesão e os resultados. Como a escutaaqui apoia você nesses momentos de dúvida A escutaaqui entende que a terapia é um processo vivo — e que dúvidas fazem parte dele. Por isso, oferece: acolhimento desde o início psicólogos qualificados e éticos possibilidade de ajustes no processo orientação clara atendimento online acessível cuidado humano E um diferencial que amplia o sentido do cuidado: A cada sessão paga, uma sessão é doada para alguém em situação de vulnerabilidade. Cuidar de si também gera impacto social. Antes de desistir, vale escutar o que essa dúvida quer dizer A vontade de desistir nem sempre significa que a terapia não funciona. Muitas vezes, ela aponta para algo que precisa ser dito, ajustado ou compreendido. Se você sente que algo no processo precisa de atenção, a equipe de acolhimento da escutaaqui está pronta para te ouvir e orientar: 👉 https://www.escutaaqui.com/ Às vezes, insistir um pouco mais — com consciência — é exatamente o que permite a mudança acontecer.
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