Saúde Mental para Pessoas com Deficiência: Desafios e Cuidados Essenciais

A saúde mental das pessoas com deficiência é um tema que tem ganhado mais atenção nos últimos anos, à medida que a sociedade se torna mais consciente das necessidades específicas dessa população.


A deficiência, seja ela física, intelectual ou sensorial, pode gerar uma série de desafios que impactam diretamente o bem-estar psicológico, além de dificultar o acesso a cuidados adequados. Assim, é essencial entender como as questões de saúde mental se interrelacionam com a deficiência e como garantir um tratamento eficaz que leve em consideração as particularidades de cada indivíduo.


Este artigo explora os desafios que as pessoas com deficiência enfrentam no campo da saúde mental, os principais cuidados necessários e como garantir que essa população receba o apoio adequado, incluindo o papel crucial da psicoterapia e outros serviços de apoio psicológico.


Desafios de Saúde Mental para Pessoas com Deficiência


Pessoas com deficiência muitas vezes enfrentam uma dupla vulnerabilidade. Além das dificuldades associadas à deficiência em si, como limitações físicas ou cognitivas, elas também são mais suscetíveis ao desenvolvimento de problemas de saúde mental devido a uma série de fatores que incluem o estigma social, barreiras de acessibilidade e a falta de compreensão das necessidades emocionais dessa população.


1. Estigma e Exclusão Social


O estigma social em relação à deficiência é um dos maiores obstáculos enfrentados por essas pessoas. Muitas vezes, elas são vistas como diferentes ou incapazes, o que pode resultar em exclusão social, discriminação e baixa autoestima.


O impacto psicológico disso pode ser significativo, aumentando o risco de transtornos mentais como depressão, ansiedade e até mesmo transtornos de estresse pós-traumático, especialmente em contextos de abuso ou negligência.


2. Acessibilidade a Cuidados de Saúde Mental


Apesar dos avanços nas políticas públicas de inclusão, muitas pessoas com deficiência ainda enfrentam dificuldades em acessar cuidados de saúde mental adequados.


Barreiras físicas, como a falta de estruturas acessíveis, e barreiras comunicacionais, como a falta de profissionais capacitados para lidar com deficiências sensoriais (por exemplo, surdez ou cegueira), dificultam o acesso a psicoterapias e tratamentos psiquiátricos.


Além disso, muitos profissionais de saúde mental não estão devidamente preparados para tratar a deficiência como parte de um contexto mais amplo de cuidados, o que pode levar à falta de diagnósticos precisos ou ao uso de abordagens inadequadas.


3. Limitações Cognitivas e Psicológicas


No caso de deficiências intelectuais, pessoas com limitações cognitivas podem ter dificuldades adicionais para compreender ou expressar suas emoções, o que dificulta a identificação de transtornos mentais. Essas dificuldades também podem resultar em problemas de comportamento, que muitas vezes são erroneamente interpretados como "indisciplina" ou "rebeldia", ao invés de serem reconhecidos como manifestações de sofrimento psicológico.


4. Fatores de Estresse Adicionais


As pessoas com deficiência enfrentam uma série de desafios cotidianos, como dificuldades de mobilidade, comunicação ou interação social, que podem se tornar fontes adicionais de estresse. A combinação desses fatores com a pressão social e as dificuldades de acesso à educação e ao mercado de trabalho pode aumentar significativamente o risco de doenças mentais.


Cuidados Essenciais para a Saúde Mental de Pessoas com Deficiência


Garantir a saúde mental de pessoas com deficiência envolve, principalmente, o desenvolvimento de um sistema de apoio que seja inclusivo, acessível e capaz de lidar com as questões emocionais dessa população. A seguir, discutiremos algumas abordagens fundamentais para promover o bem-estar psicológico das pessoas com deficiência.


1. Psicoterapia Adaptada


A psicoterapia é uma das formas mais eficazes de tratar questões de saúde mental em pessoas com deficiência. No entanto, para ser eficaz, ela precisa ser adaptada às necessidades específicas de cada indivíduo. Por exemplo, pessoas com deficiência auditiva podem precisar de um psicoterapeuta que use a linguagem de sinais, enquanto indivíduos com deficiências cognitivas podem se beneficiar de abordagens terapêuticas mais visuais e estruturadas.


Existem várias abordagens terapêuticas que podem ser eficazes, dependendo do tipo de deficiência e das necessidades emocionais do paciente:


  • Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC): Pode ser adaptada para lidar com problemas como depressão e ansiedade, ajudando o paciente a identificar e modificar pensamentos e comportamentos disfuncionais.
  • Terapias de Apoio: Focadas em ajudar o paciente a desenvolver habilidades de enfrentamento e a lidar com estresse e sofrimento emocional de forma prática e gradual.
  • Terapias de Reabilitação Psicossocial: Para pessoas com deficiências mais graves, estas terapias buscam desenvolver habilidades sociais e de vida diária, além de trabalhar o fortalecimento da autoestima e da independência.


2. Integração Multidisciplinar


É fundamental que o tratamento da saúde mental para pessoas com deficiência envolva uma abordagem multidisciplinar, incluindo psicólogos, psiquiatras, terapeutas ocupacionais, fisioterapeutas e outros profissionais de saúde. A integração de diferentes áreas do conhecimento garante que todas as necessidades do paciente sejam atendidas de forma completa, tanto no aspecto físico quanto no emocional.


3. Apoio Social e Comunitário


O suporte social é crucial para qualquer pessoa com deficiência. A família, amigos e a comunidade desempenham um papel importante no fornecimento de um ambiente de apoio, afetividade e inclusão.


Grupos de apoio e organizações voltadas para pessoas com deficiência podem proporcionar um espaço seguro para o compartilhamento de experiências e o fortalecimento da rede social.

Além disso, a educação e a conscientização de familiares e amigos sobre as condições psicológicas que podem afetar pessoas com deficiência ajudam a reduzir o estigma e a proporcionar um ambiente mais acolhedor.


4. Políticas Públicas de Inclusão


O desenvolvimento de políticas públicas que promovam a inclusão social e o acesso igualitário à saúde é essencial para garantir que pessoas com deficiência tenham acesso a cuidados adequados. Isso inclui desde a adaptação de estruturas físicas de unidades de saúde até a capacitação de profissionais de saúde para lidar com questões específicas das deficiências.


5. Treinamento de Profissionais de Saúde Mental


A formação de profissionais de saúde mental sobre as particularidades do atendimento a pessoas com deficiência é essencial. Isso inclui tanto o conhecimento técnico sobre as condições físicas e cognitivas associadas às deficiências quanto a capacidade de adotar abordagens terapêuticas inclusivas e acessíveis.


Como Identificar Sinais de Sofrimento Psicológico em Pessoas com Deficiência


Identificar sinais de sofrimento psicológico em pessoas com deficiência pode ser um desafio, especialmente se a pessoa tiver dificuldades em expressar suas emoções verbalmente. No entanto, alguns sinais comuns podem indicar a necessidade de uma avaliação psicológica, tais como:


  • Alterações no comportamento, como agressividade, apatia ou isolamento social.
  • Dificuldades excessivas para lidar com mudanças ou rotinas.
  • Queixas de dor ou desconforto sem causa física aparente.
  • Retraimento ou recusa em realizar atividades que antes eram prazerosas.
  • Alterações no padrão de sono e alimentação.


Conclusão


A saúde mental das pessoas com deficiência merece atenção especial, considerando os desafios únicos que essa população enfrenta. Com o suporte adequado, seja por meio de psicoterapia adaptada, programas de reabilitação psicossocial, ou uma rede de apoio sólida, é possível promover o bem-estar psicológico e garantir uma vida mais equilibrada e saudável para as pessoas com deficiência.


A conscientização sobre a importância da saúde mental e a busca por tratamentos especializados são passos essenciais para um atendimento mais eficaz e inclusivo. Se você ou alguém próximo está enfrentando dificuldades emocionais ou psicológicas devido a uma deficiência, é fundamental procurar ajuda de um profissional especializado.


Na Escutaaqui, oferecemos atendimento especializado para ajudar você a lidar com os desafios da saúde mental de maneira respeitosa e eficaz.


Tudo sobre Psicologia, bem-estar e terapia online

Por Matheus Santos 3 de janeiro de 2026
Em algum momento da terapia, muitas pessoas se fazem a pergunta — às vezes em silêncio, às vezes com culpa: “Será que eu posso trocar de psicólogo?” “E se eu estiver desistindo cedo demais?” “Trocar de profissional significa que a terapia falhou?” Essas dúvidas são mais comuns do que parecem. E a resposta curta é: sim, é possível trocar de psicólogo — e, em alguns casos, isso é saudável e necessário. Mas essa decisão merece cuidado, reflexão e honestidade emocional. Neste texto, você vai entender: quando trocar de psicólogo faz sentido quando a vontade de trocar pode esconder outro movimento como conversar sobre isso em terapia como fazer essa transição com respeito e cuidado o que a escutaaqui oferece para facilitar esse processo Trocar de psicólogo é sinal de fracasso? Não. Trocar de psicólogo não significa que você falhou , nem que a terapia “não funciona”. Muitas vezes, significa exatamente o contrário: que você está mais consciente do que precisa. Assim como em qualquer relação profissional, nem todo encaixe acontece — e isso não invalida o trabalho feito até ali. Quando trocar de psicólogo pode fazer sentido Existem situações em que a troca é legítima e saudável. Alguns exemplos: 1. Falta de vínculo terapêutico persistente Se, após um tempo razoável, você sente que: não consegue se abrir não se sente seguro(a) não há espaço para diálogo não se sente compreendido(a) isso merece atenção. 👉 Como saber se você encontrou o psicólogo certo https://www.escutaaqui.com/como-saber-se-voce-encontrou-o-psicologo-certo-para-voce 2. Sensação constante de julgamento ou invalidação A terapia deve ser um espaço de escuta ética. Sentir-se frequentemente julgado(a), desrespeitado(a) ou diminuído(a) não é esperado. 3. Falta de clareza sobre o processo Se você não entende minimamente: o que está sendo trabalhado por que certos temas aparecem qual é o foco do processo e não há abertura para conversar sobre isso, pode ser necessário reavaliar. 4. Desalinhamento com a abordagem Algumas pessoas precisam de processos mais estruturados; outras, mais exploratórios. Se há um desencontro claro entre expectativa e método, ajustes — ou troca — podem fazer sentido. 👉 Abordagens integrativas na psicologia https://www.escutaaqui.com/abordagens-integrativas-na-psicologia 5. Questões éticas Quebra de sigilo, falta de limites claros ou atitudes antiéticas são sinais importantes de alerta. 👉 Código de Ética Profissional do Psicólogo https://www.escutaaqui.com/codigo-etica-psicologo Quando a vontade de trocar pode esconder outra coisa Nem toda vontade de trocar indica que o psicólogo está errado. Às vezes, essa vontade surge quando: temas difíceis começam a aparecer emoções evitadas vêm à tona o processo começa a aprofundar padrões antigos são questionados há medo de mudar Nesses casos, trocar pode ser uma forma de evitar o desconforto , não de resolvê-lo. 👉 Quando a terapia não parece estar funcionando https://www.escutaaqui.com/quando-a-terapia-nao-parece-estar-funcionando-o-que-avaliar-antes-de-desistir Por isso, a reflexão é essencial. Falar sobre a vontade de trocar também é terapia Antes de tomar a decisão, vale conversar. Você pode dizer, por exemplo: “Tenho pensado em trocar de psicólogo” “Sinto que algo não está encaixando” “Não sei se este processo está funcionando para mim” A forma como o psicólogo acolhe essa conversa é, por si só, um dado importante. 👉 O que falar na terapia https://www.escutaaqui.com/o-que-falar-na-terapia-como-aproveitar-melhor-as-sessoes Como fazer a troca de forma respeitosa e cuidadosa Se a decisão for trocar, alguns cuidados ajudam: • Evite sumir sem avisar Sempre que possível, converse sobre o encerramento. • Reconheça o que foi construído Mesmo que o processo não continue, algo foi trabalhado. • Use a experiência como aprendizado Entender o que não funcionou ajuda na próxima escolha. 👉 Como escolher um psicólogo online https://www.escutaaqui.com/como-escolher-um-psicologo-online-guia-completo-para-fazer-a-escolha-certa Trocar de psicólogo interrompe o processo? Não necessariamente. Muitas vezes, a troca: dá novo fôlego ao cuidado permite aprofundar temas melhora o vínculo aumenta a adesão A terapia não começa do zero — você leva consigo tudo o que já foi elaborado. A terapia online facilita esse processo A terapia online torna a troca menos burocrática e mais acessível, permitindo: mais opções de profissionais facilidade de transição continuidade do cuidado menos barreiras logísticas 👉 Diferenças entre terapia online e presencial https://www.escutaaqui.com/diferencas-entre-terapia-online-e-presencial-qual-e-a-melhor-opcao-para-voce Como a escutaaqui apoia você nesse momento A escutaaqui entende que o processo terapêutico é vivo — e que ajustes fazem parte dele. Por isso, oferece: psicólogos com CRP ativo diversidade de abordagens acolhimento desde o primeiro contato possibilidade de trocar de profissional orientação para encontrar o melhor encaixe atendimento online seguro e humano E um diferencial que amplia o cuidado: A cada sessão paga, uma sessão é doada para alguém em situação de vulnerabilidade. Ou seja, cuidar de si também gera impacto social. Trocar pode ser um passo de amadurecimento Trocar de psicólogo não é desistir da terapia. Muitas vezes, é se comprometer ainda mais com o próprio cuidado . Se você sente que precisa de ajuda para avaliar esse momento ou encontrar um profissional que faça mais sentido para você agora, a equipe de acolhimento da escutaaqui está pronta para te orientar: 👉 https://www.escutaaqui.com/ Cuidar de si também é saber quando ajustar o caminho.
Por Matheus Santos 3 de janeiro de 2026
Depois de começar a terapia — ou até mesmo antes — uma dúvida costuma aparecer: “Será que esse psicólogo é o profissional certo para mim?” “Como eu sei se essa relação terapêutica está funcionando?” “E se eu estiver no lugar errado?” Essas perguntas são legítimas, importantes e fazem parte do processo terapêutico. Encontrar o psicólogo certo não é sobre perfeição, afinidade imediata ou ausência de desconforto — é sobre vínculo, segurança e possibilidade de trabalho clínico . Neste texto, você vai entender: o que realmente define um bom encaixe terapêutico sinais de que você encontrou o psicólogo certo sinais de alerta que merecem atenção diferenças entre desconforto saudável e desalinhamento quando conversar, ajustar ou trocar de profissional como a escutaaqui ajuda nesse processo Primeiro: não existe psicólogo perfeito É importante começar desfazendo um mito. O psicólogo certo para você não é aquele que: nunca te confronta sempre concorda com você te faz se sentir bem o tempo todo resolve tudo rapidamente A terapia envolve desconforto, reflexão e mudança — e isso faz parte de um processo saudável. O que realmente importa na escolha do psicólogo Mais do que idade, gênero, abordagem ou estilo, alguns fatores são fundamentais: sensação de segurança emocional possibilidade de falar sem medo de julgamento escuta atenta e respeitosa clareza sobre o processo espaço para diálogo ética e sigilo 👉 Código de Ética Profissional do Psicólogo https://www.escutaaqui.com/codigo-etica-psicologo Sinais de que você encontrou o psicólogo certo Nem todos aparecem logo nas primeiras sessões, mas costumam surgir com o tempo. 1. Você se sente à vontade para falar Mesmo quando o assunto é difícil, vergonhoso ou confuso. 2. Você sente que é escutado(a) Não apenas ouvido, mas compreendido — ainda que o psicólogo questione ou confronte alguns pontos. 3. Existe espaço para discordar Você pode dizer quando algo não faz sentido, quando não concorda ou quando se sente desconfortável. 👉 O que falar na terapia https://www.escutaaqui.com/o-que-falar-na-terapia-como-aproveitar-melhor-as-sessoes 4. O psicólogo não dá respostas prontas Em vez disso, ajuda você a construir as próprias respostas. 5. O processo faz sentido Mesmo que seja difícil, você entende por que certos temas estão sendo trabalhados. 6. Você percebe movimentos internos Mais consciência, reflexões fora da sessão, questionamentos novos — mesmo sem alívio imediato. 👉 Quando a terapia não parece estar funcionando https://www.escutaaqui.com/quando-a-terapia-nao-parece-estar-funcionando-o-que-avaliar-antes-de-desistir Desconforto não significa erro Um ponto crucial: sentir desconforto não é sinal de que o psicólogo está errado . O desconforto saudável acontece quando: padrões antigos são questionados emoções evitadas vêm à tona defesas começam a cair mudanças internas começam a acontecer Isso é diferente de se sentir: invalidado(a) julgado(a) desrespeitado(a) ignorado(a) Aprender a diferenciar essas experiências é fundamental. Sinais de alerta que merecem atenção Algumas situações indicam que algo pode não estar adequado: você se sente constantemente julgado(a) não há espaço para diálogo sobre o processo o psicólogo impõe verdades ou decisões suas falas são frequentemente minimizadas não há clareza mínima sobre o trabalho terapêutico você sente medo de falar sobre o que incomoda Nesses casos, é importante parar e avaliar . Falar sobre isso em sessão é o primeiro passo Antes de trocar de profissional, vale conversar. Você pode dizer coisas como: “Tenho sentido dificuldade de me abrir” “Não sei se estamos trabalhando o que eu preciso” “Sinto que algo não está encaixando” A forma como o psicólogo acolhe essa conversa diz muito sobre a relação terapêutica. 👉 O que não fazer na terapia https://www.escutaaqui.com/o-que-nao-fazer-na-terapia-comportamentos-que-podem-dificultar-o-processo Trocar de psicólogo é fracasso? Não. Trocar de psicólogo pode ser: um ato de autocuidado um sinal de amadurecimento emocional uma escolha consciente Assim como em qualquer relação profissional, nem todo encaixe funciona — e isso não invalida o processo terapêutico. A terapia online influencia esse vínculo? A terapia online não reduz a qualidade do vínculo terapêutico. Em muitos casos, ela facilita . Ela pode: reduzir ansiedade inicial aumentar sensação de segurança favorecer espontaneidade melhorar constância 👉 Diferenças entre terapia online e presencial https://www.escutaaqui.com/diferencas-entre-terapia-online-e-presencial-qual-e-a-melhor-opcao-para-voce Como a escutaaqui ajuda você a encontrar o psicólogo certo A escutaaqui entende que encontrar o psicólogo certo é parte fundamental do cuidado. Por isso, oferece: psicólogos com CRP ativo diversidade de abordagens acolhimento desde o primeiro contato possibilidade de ajustes no processo atendimento online seguro orientação contínua E um diferencial que amplia o sentido do cuidado: A cada sessão paga, uma sessão é doada para alguém em situação de vulnerabilidade. Ou seja, enquanto você cuida de si, ajuda outra pessoa a acessar cuidado psicológico. Encontrar o psicólogo certo é um processo — não um teste Você não precisa decidir tudo na primeira sessão. O vínculo se constrói com o tempo, diálogo e honestidade. Se você sente que precisa de ajuda para encontrar um profissional que faça sentido para você, a equipe de acolhimento da escutaaqui está pronta para te orientar: 👉 https://www.escutaaqui.com/ O psicólogo certo não é aquele que promete respostas fáceis — é aquele que caminha com você enquanto as respostas se constroem.
Por Matheus Santos 3 de janeiro de 2026
Em algum momento do processo terapêutico, muitas pessoas se perguntam: “Será que a terapia está funcionando mesmo?” “Por que não me sinto melhor ainda?” “Será que esse processo é para mim?” Essas dúvidas são mais comuns do que parecem — e, na maioria das vezes, não significam que a terapia não funciona , mas que algo importante está acontecendo no processo. Antes de desistir, vale parar e avaliar alguns pontos fundamentais. Neste texto, você vai entender: por que é comum sentir que a terapia não está funcionando sinais de que o processo está em andamento (mesmo sem alívio imediato) situações em que ajustes são necessários quando trocar de abordagem ou profissional pode fazer sentido como conversar sobre isso em terapia como a escutaaqui pode te apoiar nesse momento Sentir dúvida faz parte do processo terapêutico A terapia não é um caminho linear. Ela envolve avanços, pausas, desconfortos, recaídas e reorganizações internas. Em muitos casos, a sensação de que “não está funcionando” surge quando: emoções difíceis começam a aparecer padrões antigos são questionados defesas emocionais começam a cair mudanças internas ainda não se traduziram em alívio externo Paradoxalmente, esse momento costuma indicar aprofundamento , não fracasso. 👉 Quanto tempo dura a terapia? https://www.escutaaqui.com/quanto-tempo-dura-a-terapia-entenda-o-processo-e-tenha-expectativas-realistas A terapia não é apenas sobre se sentir melhor Um equívoco comum é medir o sucesso da terapia apenas pelo alívio imediato. A terapia também serve para: aumentar consciência emocional identificar padrões repetitivos compreender escolhas desenvolver autonomia aprender a lidar com emoções difíceis mudar a forma de se relacionar consigo e com os outros Esses ganhos nem sempre são percebidos como “bem-estar” no início. Sinais de que a terapia pode estar funcionando (mesmo sem parecer) Alguns sinais sutis de progresso incluem: você pensa mais sobre si fora da sessão começa a perceber padrões antes invisíveis sente emoções que antes evitava questiona comportamentos automáticos reage de forma diferente a situações parecidas consegue nomear melhor o que sente Esses movimentos internos precedem mudanças mais visíveis. Por que às vezes parece que a terapia piorou? É relativamente comum sentir um aumento temporário de desconforto quando: temas sensíveis começam a ser abordados traumas são revisitados com cuidado sentimentos reprimidos vêm à tona você para de evitar certas emoções Isso não significa que a terapia está te fazendo mal — significa que ela está tocando no que precisa ser cuidado , com segurança. 👉 O que não fazer na terapia https://www.escutaaqui.com/o-que-nao-fazer-na-terapia-comportamentos-que-podem-dificultar-o-processo Quando é importante conversar sobre isso em sessão Se a sensação de estagnação ou frustração persiste, o primeiro passo não é desistir — é conversar . Vale trazer para a sessão pensamentos como: “Tenho sentido que não estou avançando” “Não sei se estamos trabalhando o que eu preciso” “Estou com dúvidas sobre o processo” “Tenho vontade de desistir” Falar sobre a própria terapia é parte da terapia . 👉 O que falar na terapia https://www.escutaaqui.com/o-que-falar-na-terapia-como-aproveitar-melhor-as-sessoes A abordagem terapêutica pode influenciar essa sensação Nem toda abordagem funciona da mesma forma para todas as pessoas. Algumas são mais: estruturadas focadas em objetivos orientadas para habilidades Outras são mais: exploratórias profundas focadas em padrões emocionais Se houver desalinhamento entre sua expectativa e a abordagem utilizada, ajustes podem ser feitos — ou uma mudança pode ser considerada. 👉 Abordagens integrativas na psicologia https://www.escutaaqui.com/abordagens-integrativas-na-psicologia E quando o vínculo com o psicólogo não se constrói? O vínculo terapêutico é um dos fatores mais importantes da eficácia da terapia. Se você sente: dificuldade de confiança sensação de não ser compreendido(a) falta de segurança para se abrir desconforto persistente sem elaboração isso merece ser olhado com cuidado. Às vezes, conversar sobre isso resolve. Em outros casos, trocar de profissional pode ser saudável — e não é um fracasso. 👉 Como escolher um psicólogo online https://www.escutaaqui.com/como-escolher-um-psicologo-online-guia-completo-para-fazer-a-escolha-certa Quando realmente pode ser hora de repensar o processo? Alguns sinais indicam a necessidade de reavaliação: ausência total de objetivos claros após muito tempo falta de espaço para diálogo sobre o processo sensação constante de invalidação estagnação prolongada sem reflexão ausência de contrato terapêutico mínimo Nesses casos, é legítimo repensar o caminho. A terapia online muda essa experiência? A terapia online não reduz a profundidade do processo, mas pode: facilitar constância reduzir faltas diminuir barreiras logísticas aumentar conforto emocional 👉 Diferenças entre terapia online e presencial https://www.escutaaqui.com/diferencas-entre-terapia-online-e-presencial-qual-e-a-melhor-opcao-para-voce Para muitas pessoas, isso melhora a adesão e os resultados. Como a escutaaqui apoia você nesses momentos de dúvida A escutaaqui entende que a terapia é um processo vivo — e que dúvidas fazem parte dele. Por isso, oferece: acolhimento desde o início psicólogos qualificados e éticos possibilidade de ajustes no processo orientação clara atendimento online acessível cuidado humano E um diferencial que amplia o sentido do cuidado: A cada sessão paga, uma sessão é doada para alguém em situação de vulnerabilidade. Cuidar de si também gera impacto social. Antes de desistir, vale escutar o que essa dúvida quer dizer A vontade de desistir nem sempre significa que a terapia não funciona. Muitas vezes, ela aponta para algo que precisa ser dito, ajustado ou compreendido. Se você sente que algo no processo precisa de atenção, a equipe de acolhimento da escutaaqui está pronta para te ouvir e orientar: 👉 https://www.escutaaqui.com/ Às vezes, insistir um pouco mais — com consciência — é exatamente o que permite a mudança acontecer.
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