Tortura psicológica: entenda porque o assunto está em alta [e também como se defender]

Você já ouviu falar em tortura psicológica? O termo (também conhecido como agressão psicológica) é novo para alguns, mas está ganhando uma certa relevância nos últimos dias. Por isso, decidimos trazer o que é essa tortura que afeta o indivíduo psicologicamente.


Bom, o motivo da sua relevância não é por menos. No final do mês de janeiro, a edição 2021 do maior reality show do Brasil estreou, o
Big Brother. Durante 3 meses (no caso desta em específico 100 dias) observamos 20 participantes confinados em uma casa, lidando com avenças para ter um grande ganhador.


Do roteiro principal tenho certeza que conheça de trás para frente, mas o comportamento de boa parte dos brothers perante um indivíduo está chamando bastante atenção:
seria esse o primeiro caso de tortura psicológica explicita dentro do programa?


Mais para frente explicaremos um pouco mais sobre o ocorrido dentro do reality e os componentes. Mas já é importante frisar que a dúvida e preocupação sobre o tema foi para fora dos muros da casa. De acordo com o próprio Google,
buscas por ‘tortura psicológica’ aumentam 610% após polêmicas no BBB.


Quer entender um pouco mais sobre a sua definição e também quais medidas devem ser tomadas caso esse quadro ocorra? Então está no lugar correto! A escutaaqui preparou um artigo especial para sanar todas as suas dúvidas. Vamos lá?


Afinal, o que é tortura psicológica?

A tortura psicológica pode ser definida como uma forma cruel de agredir um indivíduo por meio do seu psicológico. Dessa forma, ela substitui a agressão física, fazendo com que essa fique em segundo plano.


Para que a tortura psicológica acontece os indivíduos dentro de uma situação precisam ter relação desigual de poder. Ou seja,
sempre haverá um oprimido e um opressor. Assim, o opressor exerce autoridade sobre a vítima, sujeitando-a a aplicação de maus tratos mentais e psicológicos de forma contínua e intencional.


Inclusive, essa última palavra — intencional — precisa ser ressaltada. Em uma tortura psicológica,
o opressor sabe o que está fazendo e também sabe como atingir o seu oprimido. Essa “luta” ocorre por meio de palavras e atitudes excludentes, que afasta o mais vulnerável da sua defesa.


A forma como é feita a tortura psicológica não provoca dor física em nenhum momento, mas a humilhação. O
estresse e angústia causados podem deixar cicatrizes psicológicas permanentes.


Pessoas que sofrem a tortura psicológica muitas vezes precisam de tratamento para poder superar o trauma.
Caso não seja tratado de forma adequada, como auxílio de profissionais da psicologia, pode levar ao suicídio ou afastamento da sociedade.


Outro ponto importante a frisar é que em alguns casos o oprimido não entende que está passando por uma agressão psicológica. Em muitos, se auto culpabiliza pela situação que está vivendo, minando as forças para lutar contra seu opressor. Por isso o auxílio de
sessão de terapia torna-se tão importante.


Por que o assunto está ganhando tanta relevância?

Tudo teve início da segunda festa ofertada pela casa aos brothers, denominada "Herança Africana". Logo após os primeiros minutos, o ator e rapper, Lucas Penteado, se desentendeu com alguns participantes da casa, principalmente com Kerline, com quem já tinha discutido na festa anterior sobre um affair não correspondido.


Lucas também discutiu com outros brothers durante aquela madrugada, como é o caso da influencer Camilla de Lucas e do Caio. Ambos relataram que o ator nunca escutava e que apenas falava, o que demonstrava atitudes de manipulador.


Toda essa confusão desestabilizou o clima na casa e no dia seguinte os participantes já começaram a excluir Lucas, inclusive alguns dos seus aliados, como Nego Di e Projota. O segundo bateu um longo papo com o ator e disse que, se necessário,
pagaria consulta psicológica para Lucas quando o confinamento acabasse.


No entanto,
o que mais chamou a atenção foi o comportamento da rapper e apresentadora Karol Conká. Logo após tomar um lado da briga, a brother teve atitudes excludentes com Lucas, dizendo que se fosse possível “daria uns tapas no moleque”.


Para somar, Karol insinuou outras coisas, dizendo que Lucas é usuário de drogas e também o comparou ao ex-goleiro Bruno — condenado em 2013 pelo homicídio triplamente qualificado da ex-namorada.


Durante alguns dias,
Karol também afirmou que para Lucas voltar a ter o carinho da galera teria que “lavar a bunda de todo mundo”. No entanto, a cena que mais chamou a atenção ocorreu durante um almoço. Na situação, a rapper disse que não queria o brother sentado na mesa com ela, pois desejava “paz” e que não escutaria “desculpinhas”.


Todas as descrições acima podem ser caracterizadas como tortura psicológica.
O quadro é claro: um opressor (Karol) mobilizando seu oprimido (Lucas) por meio de chantagens psicológicas.


Em quais casos a tortura psicológica é aplicada?

Antes de apresentar os casos, é necessário citar que em nenhum momento deve ser considerável aplicar tortura psicológica em qualquer indivíduo. Apresentaremos alguns casos inoportunos apenas para ilustrar situações:


Em prisioneiros

Em muitas cadeias a agressão psicológica é aplicada para tirar alguma informação do presidiário, principalmente em presos políticos. Assim, nenhum sinal de tortura física é visível, mas muitas vezes, após cumprir sua sentença, os presos saem com diversos transtornos mentais.


Existe até um termo para isso: "no touch" (sem toque). Algumas práticas envolvem isolamento, falta de comida, falta de água, de sono ou até mesmo injúria e ameaças contra algum familiar.


Em mulheres e outras minorias

As mulheres costumam ser as maiores vítimas da agressão psicológica, principalmente quando estão em um relacionamento tóxico ou até mesmo quando vivem em uma situação de inferioridade. Isso é um claro sinal da nossa sociedade machista e sexista. Para as mulheres, pode ser enquadrado como violência doméstica.


O mesmo ocorre com outras minorias, como negros, gays e pessoas trans — o que também reflete uma sociedade preconceituosa e intolerante.


No trabalho

Aplicação constante de estímulos negativos com a intenção de abalar psicologicamente o trabalhador, fazendo-o se sentir incompetente e/ou ameaças no ambiente de trabalho. Marginalização, impedir o trabalhador de fazer seu trabalho. Aqui, pode ser enquadrado como assédio moral.


Na escola

Jovens e adolescentes costumam passar por tortura psicológica durante a fase de aprendizado. Os motivos podem ser diversos: desde uma característica física incomum, classe social, etnia, religião ou até mesmo orientação sexual.


Com isso, os opressores se refugiam, forçando o isolamento social. Este é um tipo de agressão indireta, que é caracterizada por um comportamento que visa causar prejuízo às relações sociais de um indivíduo ou grupo.


Como dar um basta na tortura psicológica?

É muito complicado do oprimido sozinho sair dessa situação, tanto por não reconhecer a tortura e por medo. Por isso, é necessário que um acompanhamento psicológico seja realizado periodicamente.


Além de identificar a melhor saída para o caso,
fará com que o paciente tenha menos traumas no futuro.


Mas,
você sabia que tortura psicológica é crime? Isso mesmo! Esse tipo de agressão pode dar pena de prisão, que varia de 2 a 8 anos. Existe uma lei dedicada ao tema, a 9.455/97. Ela não se limita apenas às torturas psicológicas, mas também ao sofrimento físico. Em seu texto está descrito:


“A Lei 9.455/97, que define os crime de tortura, dentre as condutas ilícitas descritas, prevê que quem constrange alguém a prestar informação ou declaração, sob ameaça ou violência, resultando em sofrimento físico ou mental, comete o crime de tortura.”


A lei também ressalta que enquadra-se dentro de tortura psicológica quando acontece alguns desses quadros:

  • com a finalidade de obter informação, declaração ou confissão da vítima ou de terceira pessoa;
  • para provocar ação ou omissão de natureza criminosa;
  • em razão de discriminação racial ou religiosa.


Resumindo: tortura psicológica é algo sério e pode levar os agentes à cadeia. Dessa forma, se você conhece alguém que está passando por essa agressão,
faça uma denúncia. Reforce também a necessidade do atendimento psicológico.


E no caso do BBB, haverá um processo judicial?

O caso deu tanta repercussão que gerou até uma petição para que a Globo responda judicialmente pela tortura. Até a publicação deste artigo, mais de 400 mil pessoas já tinham assinado.


Os advogados do Lucas já declararam publicamente que entrarão com uma ação judicial contra Karol exigindo danos morais. O caso também pode ser levado ao Ministério Público por conta da sua enorme repercussão a nível nacional.


Até o momento a Globo e assessoria da Karol Conká não emitiram nenhuma declaração.


Agora que você já sabe o que é tortura psicológica, não deixe de contar com profissionais da psicologia para auxiliar em qualquer assunto relacionado ao tema. A escutaaqui já está de portas abertas para receber as suas preocupações. Quer conhecer ainda mais a plataforma online?
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Tudo sobre Psicologia, bem-estar e terapia online

Por Matheus Santos 3 de janeiro de 2026
Em algum momento da terapia, muitas pessoas se fazem a pergunta — às vezes em silêncio, às vezes com culpa: “Será que eu posso trocar de psicólogo?” “E se eu estiver desistindo cedo demais?” “Trocar de profissional significa que a terapia falhou?” Essas dúvidas são mais comuns do que parecem. E a resposta curta é: sim, é possível trocar de psicólogo — e, em alguns casos, isso é saudável e necessário. Mas essa decisão merece cuidado, reflexão e honestidade emocional. Neste texto, você vai entender: quando trocar de psicólogo faz sentido quando a vontade de trocar pode esconder outro movimento como conversar sobre isso em terapia como fazer essa transição com respeito e cuidado o que a escutaaqui oferece para facilitar esse processo Trocar de psicólogo é sinal de fracasso? Não. Trocar de psicólogo não significa que você falhou , nem que a terapia “não funciona”. Muitas vezes, significa exatamente o contrário: que você está mais consciente do que precisa. Assim como em qualquer relação profissional, nem todo encaixe acontece — e isso não invalida o trabalho feito até ali. Quando trocar de psicólogo pode fazer sentido Existem situações em que a troca é legítima e saudável. Alguns exemplos: 1. Falta de vínculo terapêutico persistente Se, após um tempo razoável, você sente que: não consegue se abrir não se sente seguro(a) não há espaço para diálogo não se sente compreendido(a) isso merece atenção. 👉 Como saber se você encontrou o psicólogo certo https://www.escutaaqui.com/como-saber-se-voce-encontrou-o-psicologo-certo-para-voce 2. Sensação constante de julgamento ou invalidação A terapia deve ser um espaço de escuta ética. Sentir-se frequentemente julgado(a), desrespeitado(a) ou diminuído(a) não é esperado. 3. Falta de clareza sobre o processo Se você não entende minimamente: o que está sendo trabalhado por que certos temas aparecem qual é o foco do processo e não há abertura para conversar sobre isso, pode ser necessário reavaliar. 4. Desalinhamento com a abordagem Algumas pessoas precisam de processos mais estruturados; outras, mais exploratórios. Se há um desencontro claro entre expectativa e método, ajustes — ou troca — podem fazer sentido. 👉 Abordagens integrativas na psicologia https://www.escutaaqui.com/abordagens-integrativas-na-psicologia 5. Questões éticas Quebra de sigilo, falta de limites claros ou atitudes antiéticas são sinais importantes de alerta. 👉 Código de Ética Profissional do Psicólogo https://www.escutaaqui.com/codigo-etica-psicologo Quando a vontade de trocar pode esconder outra coisa Nem toda vontade de trocar indica que o psicólogo está errado. Às vezes, essa vontade surge quando: temas difíceis começam a aparecer emoções evitadas vêm à tona o processo começa a aprofundar padrões antigos são questionados há medo de mudar Nesses casos, trocar pode ser uma forma de evitar o desconforto , não de resolvê-lo. 👉 Quando a terapia não parece estar funcionando https://www.escutaaqui.com/quando-a-terapia-nao-parece-estar-funcionando-o-que-avaliar-antes-de-desistir Por isso, a reflexão é essencial. Falar sobre a vontade de trocar também é terapia Antes de tomar a decisão, vale conversar. Você pode dizer, por exemplo: “Tenho pensado em trocar de psicólogo” “Sinto que algo não está encaixando” “Não sei se este processo está funcionando para mim” A forma como o psicólogo acolhe essa conversa é, por si só, um dado importante. 👉 O que falar na terapia https://www.escutaaqui.com/o-que-falar-na-terapia-como-aproveitar-melhor-as-sessoes Como fazer a troca de forma respeitosa e cuidadosa Se a decisão for trocar, alguns cuidados ajudam: • Evite sumir sem avisar Sempre que possível, converse sobre o encerramento. • Reconheça o que foi construído Mesmo que o processo não continue, algo foi trabalhado. • Use a experiência como aprendizado Entender o que não funcionou ajuda na próxima escolha. 👉 Como escolher um psicólogo online https://www.escutaaqui.com/como-escolher-um-psicologo-online-guia-completo-para-fazer-a-escolha-certa Trocar de psicólogo interrompe o processo? Não necessariamente. Muitas vezes, a troca: dá novo fôlego ao cuidado permite aprofundar temas melhora o vínculo aumenta a adesão A terapia não começa do zero — você leva consigo tudo o que já foi elaborado. A terapia online facilita esse processo A terapia online torna a troca menos burocrática e mais acessível, permitindo: mais opções de profissionais facilidade de transição continuidade do cuidado menos barreiras logísticas 👉 Diferenças entre terapia online e presencial https://www.escutaaqui.com/diferencas-entre-terapia-online-e-presencial-qual-e-a-melhor-opcao-para-voce Como a escutaaqui apoia você nesse momento A escutaaqui entende que o processo terapêutico é vivo — e que ajustes fazem parte dele. Por isso, oferece: psicólogos com CRP ativo diversidade de abordagens acolhimento desde o primeiro contato possibilidade de trocar de profissional orientação para encontrar o melhor encaixe atendimento online seguro e humano E um diferencial que amplia o cuidado: A cada sessão paga, uma sessão é doada para alguém em situação de vulnerabilidade. Ou seja, cuidar de si também gera impacto social. Trocar pode ser um passo de amadurecimento Trocar de psicólogo não é desistir da terapia. Muitas vezes, é se comprometer ainda mais com o próprio cuidado . Se você sente que precisa de ajuda para avaliar esse momento ou encontrar um profissional que faça mais sentido para você agora, a equipe de acolhimento da escutaaqui está pronta para te orientar: 👉 https://www.escutaaqui.com/ Cuidar de si também é saber quando ajustar o caminho.
Por Matheus Santos 3 de janeiro de 2026
Depois de começar a terapia — ou até mesmo antes — uma dúvida costuma aparecer: “Será que esse psicólogo é o profissional certo para mim?” “Como eu sei se essa relação terapêutica está funcionando?” “E se eu estiver no lugar errado?” Essas perguntas são legítimas, importantes e fazem parte do processo terapêutico. Encontrar o psicólogo certo não é sobre perfeição, afinidade imediata ou ausência de desconforto — é sobre vínculo, segurança e possibilidade de trabalho clínico . Neste texto, você vai entender: o que realmente define um bom encaixe terapêutico sinais de que você encontrou o psicólogo certo sinais de alerta que merecem atenção diferenças entre desconforto saudável e desalinhamento quando conversar, ajustar ou trocar de profissional como a escutaaqui ajuda nesse processo Primeiro: não existe psicólogo perfeito É importante começar desfazendo um mito. O psicólogo certo para você não é aquele que: nunca te confronta sempre concorda com você te faz se sentir bem o tempo todo resolve tudo rapidamente A terapia envolve desconforto, reflexão e mudança — e isso faz parte de um processo saudável. O que realmente importa na escolha do psicólogo Mais do que idade, gênero, abordagem ou estilo, alguns fatores são fundamentais: sensação de segurança emocional possibilidade de falar sem medo de julgamento escuta atenta e respeitosa clareza sobre o processo espaço para diálogo ética e sigilo 👉 Código de Ética Profissional do Psicólogo https://www.escutaaqui.com/codigo-etica-psicologo Sinais de que você encontrou o psicólogo certo Nem todos aparecem logo nas primeiras sessões, mas costumam surgir com o tempo. 1. Você se sente à vontade para falar Mesmo quando o assunto é difícil, vergonhoso ou confuso. 2. Você sente que é escutado(a) Não apenas ouvido, mas compreendido — ainda que o psicólogo questione ou confronte alguns pontos. 3. Existe espaço para discordar Você pode dizer quando algo não faz sentido, quando não concorda ou quando se sente desconfortável. 👉 O que falar na terapia https://www.escutaaqui.com/o-que-falar-na-terapia-como-aproveitar-melhor-as-sessoes 4. O psicólogo não dá respostas prontas Em vez disso, ajuda você a construir as próprias respostas. 5. O processo faz sentido Mesmo que seja difícil, você entende por que certos temas estão sendo trabalhados. 6. Você percebe movimentos internos Mais consciência, reflexões fora da sessão, questionamentos novos — mesmo sem alívio imediato. 👉 Quando a terapia não parece estar funcionando https://www.escutaaqui.com/quando-a-terapia-nao-parece-estar-funcionando-o-que-avaliar-antes-de-desistir Desconforto não significa erro Um ponto crucial: sentir desconforto não é sinal de que o psicólogo está errado . O desconforto saudável acontece quando: padrões antigos são questionados emoções evitadas vêm à tona defesas começam a cair mudanças internas começam a acontecer Isso é diferente de se sentir: invalidado(a) julgado(a) desrespeitado(a) ignorado(a) Aprender a diferenciar essas experiências é fundamental. Sinais de alerta que merecem atenção Algumas situações indicam que algo pode não estar adequado: você se sente constantemente julgado(a) não há espaço para diálogo sobre o processo o psicólogo impõe verdades ou decisões suas falas são frequentemente minimizadas não há clareza mínima sobre o trabalho terapêutico você sente medo de falar sobre o que incomoda Nesses casos, é importante parar e avaliar . Falar sobre isso em sessão é o primeiro passo Antes de trocar de profissional, vale conversar. Você pode dizer coisas como: “Tenho sentido dificuldade de me abrir” “Não sei se estamos trabalhando o que eu preciso” “Sinto que algo não está encaixando” A forma como o psicólogo acolhe essa conversa diz muito sobre a relação terapêutica. 👉 O que não fazer na terapia https://www.escutaaqui.com/o-que-nao-fazer-na-terapia-comportamentos-que-podem-dificultar-o-processo Trocar de psicólogo é fracasso? Não. Trocar de psicólogo pode ser: um ato de autocuidado um sinal de amadurecimento emocional uma escolha consciente Assim como em qualquer relação profissional, nem todo encaixe funciona — e isso não invalida o processo terapêutico. A terapia online influencia esse vínculo? A terapia online não reduz a qualidade do vínculo terapêutico. Em muitos casos, ela facilita . Ela pode: reduzir ansiedade inicial aumentar sensação de segurança favorecer espontaneidade melhorar constância 👉 Diferenças entre terapia online e presencial https://www.escutaaqui.com/diferencas-entre-terapia-online-e-presencial-qual-e-a-melhor-opcao-para-voce Como a escutaaqui ajuda você a encontrar o psicólogo certo A escutaaqui entende que encontrar o psicólogo certo é parte fundamental do cuidado. Por isso, oferece: psicólogos com CRP ativo diversidade de abordagens acolhimento desde o primeiro contato possibilidade de ajustes no processo atendimento online seguro orientação contínua E um diferencial que amplia o sentido do cuidado: A cada sessão paga, uma sessão é doada para alguém em situação de vulnerabilidade. Ou seja, enquanto você cuida de si, ajuda outra pessoa a acessar cuidado psicológico. Encontrar o psicólogo certo é um processo — não um teste Você não precisa decidir tudo na primeira sessão. O vínculo se constrói com o tempo, diálogo e honestidade. Se você sente que precisa de ajuda para encontrar um profissional que faça sentido para você, a equipe de acolhimento da escutaaqui está pronta para te orientar: 👉 https://www.escutaaqui.com/ O psicólogo certo não é aquele que promete respostas fáceis — é aquele que caminha com você enquanto as respostas se constroem.
Por Matheus Santos 3 de janeiro de 2026
Em algum momento do processo terapêutico, muitas pessoas se perguntam: “Será que a terapia está funcionando mesmo?” “Por que não me sinto melhor ainda?” “Será que esse processo é para mim?” Essas dúvidas são mais comuns do que parecem — e, na maioria das vezes, não significam que a terapia não funciona , mas que algo importante está acontecendo no processo. Antes de desistir, vale parar e avaliar alguns pontos fundamentais. Neste texto, você vai entender: por que é comum sentir que a terapia não está funcionando sinais de que o processo está em andamento (mesmo sem alívio imediato) situações em que ajustes são necessários quando trocar de abordagem ou profissional pode fazer sentido como conversar sobre isso em terapia como a escutaaqui pode te apoiar nesse momento Sentir dúvida faz parte do processo terapêutico A terapia não é um caminho linear. Ela envolve avanços, pausas, desconfortos, recaídas e reorganizações internas. Em muitos casos, a sensação de que “não está funcionando” surge quando: emoções difíceis começam a aparecer padrões antigos são questionados defesas emocionais começam a cair mudanças internas ainda não se traduziram em alívio externo Paradoxalmente, esse momento costuma indicar aprofundamento , não fracasso. 👉 Quanto tempo dura a terapia? https://www.escutaaqui.com/quanto-tempo-dura-a-terapia-entenda-o-processo-e-tenha-expectativas-realistas A terapia não é apenas sobre se sentir melhor Um equívoco comum é medir o sucesso da terapia apenas pelo alívio imediato. A terapia também serve para: aumentar consciência emocional identificar padrões repetitivos compreender escolhas desenvolver autonomia aprender a lidar com emoções difíceis mudar a forma de se relacionar consigo e com os outros Esses ganhos nem sempre são percebidos como “bem-estar” no início. Sinais de que a terapia pode estar funcionando (mesmo sem parecer) Alguns sinais sutis de progresso incluem: você pensa mais sobre si fora da sessão começa a perceber padrões antes invisíveis sente emoções que antes evitava questiona comportamentos automáticos reage de forma diferente a situações parecidas consegue nomear melhor o que sente Esses movimentos internos precedem mudanças mais visíveis. Por que às vezes parece que a terapia piorou? É relativamente comum sentir um aumento temporário de desconforto quando: temas sensíveis começam a ser abordados traumas são revisitados com cuidado sentimentos reprimidos vêm à tona você para de evitar certas emoções Isso não significa que a terapia está te fazendo mal — significa que ela está tocando no que precisa ser cuidado , com segurança. 👉 O que não fazer na terapia https://www.escutaaqui.com/o-que-nao-fazer-na-terapia-comportamentos-que-podem-dificultar-o-processo Quando é importante conversar sobre isso em sessão Se a sensação de estagnação ou frustração persiste, o primeiro passo não é desistir — é conversar . Vale trazer para a sessão pensamentos como: “Tenho sentido que não estou avançando” “Não sei se estamos trabalhando o que eu preciso” “Estou com dúvidas sobre o processo” “Tenho vontade de desistir” Falar sobre a própria terapia é parte da terapia . 👉 O que falar na terapia https://www.escutaaqui.com/o-que-falar-na-terapia-como-aproveitar-melhor-as-sessoes A abordagem terapêutica pode influenciar essa sensação Nem toda abordagem funciona da mesma forma para todas as pessoas. Algumas são mais: estruturadas focadas em objetivos orientadas para habilidades Outras são mais: exploratórias profundas focadas em padrões emocionais Se houver desalinhamento entre sua expectativa e a abordagem utilizada, ajustes podem ser feitos — ou uma mudança pode ser considerada. 👉 Abordagens integrativas na psicologia https://www.escutaaqui.com/abordagens-integrativas-na-psicologia E quando o vínculo com o psicólogo não se constrói? O vínculo terapêutico é um dos fatores mais importantes da eficácia da terapia. Se você sente: dificuldade de confiança sensação de não ser compreendido(a) falta de segurança para se abrir desconforto persistente sem elaboração isso merece ser olhado com cuidado. Às vezes, conversar sobre isso resolve. Em outros casos, trocar de profissional pode ser saudável — e não é um fracasso. 👉 Como escolher um psicólogo online https://www.escutaaqui.com/como-escolher-um-psicologo-online-guia-completo-para-fazer-a-escolha-certa Quando realmente pode ser hora de repensar o processo? Alguns sinais indicam a necessidade de reavaliação: ausência total de objetivos claros após muito tempo falta de espaço para diálogo sobre o processo sensação constante de invalidação estagnação prolongada sem reflexão ausência de contrato terapêutico mínimo Nesses casos, é legítimo repensar o caminho. A terapia online muda essa experiência? A terapia online não reduz a profundidade do processo, mas pode: facilitar constância reduzir faltas diminuir barreiras logísticas aumentar conforto emocional 👉 Diferenças entre terapia online e presencial https://www.escutaaqui.com/diferencas-entre-terapia-online-e-presencial-qual-e-a-melhor-opcao-para-voce Para muitas pessoas, isso melhora a adesão e os resultados. Como a escutaaqui apoia você nesses momentos de dúvida A escutaaqui entende que a terapia é um processo vivo — e que dúvidas fazem parte dele. Por isso, oferece: acolhimento desde o início psicólogos qualificados e éticos possibilidade de ajustes no processo orientação clara atendimento online acessível cuidado humano E um diferencial que amplia o sentido do cuidado: A cada sessão paga, uma sessão é doada para alguém em situação de vulnerabilidade. Cuidar de si também gera impacto social. Antes de desistir, vale escutar o que essa dúvida quer dizer A vontade de desistir nem sempre significa que a terapia não funciona. Muitas vezes, ela aponta para algo que precisa ser dito, ajustado ou compreendido. Se você sente que algo no processo precisa de atenção, a equipe de acolhimento da escutaaqui está pronta para te ouvir e orientar: 👉 https://www.escutaaqui.com/ Às vezes, insistir um pouco mais — com consciência — é exatamente o que permite a mudança acontecer.
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