Como Promover a Saúde Mental nas Escolas

A preocupação com a saúde mental nas escolas tem crescido ao longo dos anos, e não é para menos: o ambiente escolar é um espaço de convivência, aprendizado e desenvolvimento integral do indivíduo. Quando falamos em saúde mental no contexto educacional, estamos abordando não apenas a prevenção de transtornos psicológicos, mas também a promoção do bem-estar emocional, social e cognitivo. Como educadores, pais, profissionais de Psicologia e, claro, estudantes, precisamos estar cada vez mais conscientes de que a saúde mental é um elemento fundamental para o sucesso acadêmico e para a formação de cidadãos equilibrados, empáticos e resilientes.


Neste artigo, vamos percorrer os principais pontos para compreender e promover a saúde mental nas escolas. Desde a importância do acolhimento emocional no dia a dia até a implementação de políticas públicas mais abrangentes, há diversos caminhos e estratégias possíveis. Aqui você encontrará:



  • A relevância do tema saúde mental no contexto educacional
  • Dicas práticas de como inserir discussões e práticas de bem-estar emocional em sala de aula
  • Como a família e a comunidade podem participar desse processo
  • Estratégias de Psicologia e Psicoterapia que podem auxiliar professores e estudantes


Ao final, você também encontrará uma chamada para ação para conhecer mais sobre nossa Formação Permanente e iniciar sua Terapia Online com a escutaaqui, plataforma de Psicólogo Online e Psicoterapia que visa acolher e orientar pessoas em diversos contextos de vida. Acompanhe o texto até o fim e descubra como a promoção da saúde mental nas escolas pode ser um divisor de águas na construção de uma sociedade mais saudável e empática.


A importância de cuidar da saúde mental desde cedo


A escola é, possivelmente, o principal cenário onde crianças e adolescentes passam boa parte de seu tempo. É nesse espaço que relacionamentos, conflitos, conquistas e desafios acontecem com intensidade, influenciando profundamente a formação de cada indivíduo. Nesse sentido, cuidar da saúde mental desde a infância e a adolescência é essencial para construir bases sólidas de desenvolvimento.


Por muito tempo, saúde mental foi um tema secundário ou mesmo invisível no currículo escolar. Atualmente, cada vez mais se reconhece que o bem-estar emocional está diretamente relacionado ao desempenho acadêmico e ao desenvolvimento de habilidades sociais. Uma criança emocionalmente saudável tem mais facilidade em se concentrar nos estudos, lidar com frustrações e relacionar-se com colegas e professores.


Reflexos de uma boa saúde mental na aprendizagem



Quando as escolas se preocupam em promover a saúde mental:


  1. Melhora do clima escolar: o ambiente torna-se mais acolhedor e respeitoso, o que diminui situações de bullying e conflitos.
  2. Aumento do engajamento dos alunos: crianças e adolescentes se sentem mais motivados a participar das aulas e projetos escolares.
  3. Redução da evasão escolar: ao sentir-se compreendido e apoiado, o estudante tende a permanecer e valorizar a instituição.
  4. Desenvolvimento de empatia e habilidades socioemocionais: trabalhar emoções e relações humanas gera capacidade de compreender e respeitar o outro.


Para saber mais sobre a relevância dessa perspectiva, confira este post em nosso blog da escutaaqui que fala sobre a importância de abordar Psicologia e Psicoterapia no contexto educacional. No blog, você encontra diversos artigos sobre Terapia Online e estratégias para lidar com a ansiedade e o estresse, que podem ser adaptadas para a rotina escolar.


Como as escolas podem promover a saúde mental?


Promover a saúde mental não se resume a evitar problemas psicológicos ou psiquiátricos. É preciso criar um espaço onde alunos, professores e toda a comunidade escolar possam se desenvolver emocionalmente de forma equilibrada. Abaixo, listamos algumas práticas e reflexões que podem ser aplicadas:


1. Oferecer formação continuada aos professores


Os professores são peças-chave no processo de promoção da saúde mental. Por isso, é fundamental que eles recebam treinamento e formação continuada que os ajude a:


  • Identificar sinais de sofrimento emocional em seus alunos;
  • Saber como agir diante de problemas como bullying, ansiedade e depressão juvenil;
  • Desenvolver metodologias de ensino que levem em consideração as diferenças individuais e as necessidades socioemocionais dos estudantes;
  • Criar um ambiente de sala de aula acolhedor e seguro.


Como fazer isso?


  • Promover palestras e workshops com profissionais de Psicologia e Psicoterapia;
  • Criar grupos de estudos sobre Terapia Online e seus benefícios (caso queiram conhecer mais, acesse nosso blog da escutaaqui e encontre conteúdos relevantes sobre Psicologia aplicada ao contexto escolar);
  • Incluir no calendário escolar momentos de discussão sobre práticas pedagógicas que envolvam a saúde mental.


2. Incluir o desenvolvimento socioemocional no currículo


A Base Nacional Comum Curricular (BNCC), em vigor no Brasil, reforça a importância das competências socioemocionais no processo de ensino e aprendizagem. Isso significa que as escolas já são instigadas a:


  • Criar atividades que trabalhem habilidades como empatia, resolução de conflitos, autoconhecimento e autocontrole;
  • Discutir sobre emoções de forma aberta e natural, evitando tabus;
  • Fazer dinâmicas em grupo que estimulem a colaboração e a cooperação;
  • Valorizar a expressão de sentimentos e a criatividade.


Exemplos de abordagens possíveis:


  • Rodas de conversa: momento em que os alunos podem compartilhar experiências, sentimentos e preocupações.
  • Projetos interdisciplinares: inserir temas de saúde mental em diferentes disciplinas, relacionando-os a ciências, artes, redação, etc.
  • Exibição de filmes e documentários: seguida de debates sobre os sentimentos despertados, promovendo a reflexão.


3. Criar espaços e rotinas de acolhimento


Ter um espaço na escola para que alunos possam conversar com um profissional ou simplesmente desabafar é um grande passo para a promoção da saúde mental. Esse espaço pode ser:


  • Sala de apoio psicológico: um local fixo, onde os estudantes possam marcar horários para conversar com um Psicólogo Online ou presencial, dependendo das possibilidades da instituição.
  • Momentos de acolhimento coletivo: intervalos ou horários específicos em que a equipe pedagógica se disponibilize para ouvir demandas e prestar orientação.
  • Projetos de tutoria: professores ou coordenadores responsáveis por grupos menores de alunos, acompanhando o desenvolvimento individual de cada um.


Alguns colégios contam com o auxílio de profissionais de Psicologia Escolar, mas é fundamental que essas iniciativas sejam fortalecidas. Quando não há um psicólogo disponível diariamente, a Terapia Online pode ser uma alternativa de fácil acesso, pois permite que o aluno ou a família busquem ajuda de forma rápida e prática. Para aprofundar esse tema, você pode conferir nosso artigo no blog da escutaaqui sobre os benefícios de contar com um Psicólogo Online.


4. Trabalhar a parceria com as famílias


Família e escola precisam caminhar juntas quando o assunto é saúde mental. Muitas vezes, problemas ou dificuldades emocionais surgem no âmbito familiar e refletem no desempenho escolar do aluno. Da mesma forma, a identificação de algum sintoma na escola pode ser um alerta para buscar ajuda psicológica em casa.


Como fortalecer essa parceria?


  • Reuniões periódicas: não apenas para falar de notas e rendimento, mas também para discutir o bem-estar do aluno.
  • Orientações e palestras para os pais: informar e conscientizar sobre transtornos psicológicos comuns na infância e adolescência, como ansiedade, depressão, TDAH, bullying, entre outros.
  • Canais de comunicação efetivos: disponibilizar telefone, e-mail ou até mesmo grupos online onde pais e responsáveis possam compartilhar dúvidas e preocupações de forma ágil.


Promover esse envolvimento familiar é uma das chaves para criar uma rede de apoio que realmente ampare o estudante e permita que ele se desenvolva plenamente.


5. Incentivar o protagonismo dos alunos


Os alunos não devem ser vistos apenas como receptores de informações sobre saúde mental, mas como protagonistas de ações que estimulem o bem-estar coletivo. Isso pode acontecer por meio de:


  • Grêmios estudantis: criação de projetos de suporte e escuta para colegas, campanhas de prevenção ao bullying e outros eventos relacionados ao tema.
  • Embaixadores da saúde mental: alunos voluntários podem ser treinados para se tornarem pontos de apoio dentro da escola, identificando colegas em sofrimento e encaminhando-os aos professores ou orientadores.
  • Clubes temáticos: grupos de interesse que discutam abertamente questões relacionadas a Psicologia, Psicoterapia, ansiedade, depressão, etc.


Quando os próprios estudantes lideram iniciativas, o tema se torna mais relevante e próximo da realidade deles, reforçando o senso de responsabilidade coletiva.


Desafios e possíveis soluções


Promover a saúde mental nas escolas não é uma tarefa simples. É preciso lidar com:


  • Falta de recursos: muitas escolas não dispõem de verbas ou profissionais especializados para implementar ações de saúde mental.
  • Tabus e preconceitos: ainda há quem enxergue a saúde mental como algo “menor” ou “inútil”, dificultando a adesão de toda a comunidade escolar.
  • Excesso de demandas para professores: os educadores já têm muitas tarefas, e cuidar da saúde mental dos alunos pode ser visto como sobrecarga.


Como contornar essas dificuldades?


  • Formar parcerias: buscar universidades, ONGs, clínicas de Psicologia e Psicoterapia que possam oferecer workshops, palestras e até atendimentos a preços reduzidos.
  • Aproveitar as ferramentas digitais: a Terapia Online tem se mostrado uma solução viável para muitas pessoas que têm dificuldade de acesso à Psicoterapia presencial. Alguns formatos são:
  • Aulas e palestras com profissionais convidados via videoconferência;
  • Atendimentos online para alunos que necessitam de acompanhamento psicológico;
  • Fóruns e comunidades virtuais para troca de experiências e suporte mútuo.
  • Investir na formação inicial e continuada de professores: incluir disciplinas sobre saúde mental e desenvolvimento socioemocional nos cursos de licenciatura e manter essa formação ao longo da carreira.


A importância do apoio profissional


Em muitos casos, uma conversa com amigos ou familiares pode ajudar a lidar com situações de estresse e ansiedade. Entretanto, quando percebemos que os problemas emocionais são recorrentes ou estão afetando a qualidade de vida e o desempenho escolar do aluno, é hora de buscar ajuda especializada de um Psicólogo Online ou presencial.


  • Terapia Online: facilita o acesso aos cuidados com a saúde mental, pois elimina barreiras de deslocamento e amplia a disponibilidade de horários. Plataformas como a escutaaqui oferecem profissionais qualificados que podem atender o aluno, o professor ou até mesmo a família.
  • Acompanhamento integrado: quando há a possibilidade de uma ação conjunta entre psicólogo, família, escola e até outros profissionais de saúde (médicos, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais), as chances de sucesso são ainda maiores.


Se você quiser entender melhor como a Terapia Online funciona na prática, não deixe de conferir os conteúdos que temos em nosso blog, onde abordamos de forma detalhada as vantagens desse formato de atendimento e como iniciar um processo terapêutico com segurança e eficiência.


Políticas públicas e saúde mental escolar


Embora as iniciativas individuais das escolas sejam muito importantes, não podemos esquecer o papel das políticas públicas. É preciso que haja legislação e diretrizes que estimulem a contratação de psicólogos escolares, a implementação de projetos de saúde mental e a integração com o Sistema Único de Saúde (SUS). No Brasil, já houve avanços, como a inclusão das competências socioemocionais na BNCC, mas ainda temos um longo caminho pela frente.


Algumas medidas que podem ser reforçadas ou implementadas:


  • Financiamento para programas de saúde mental na escola: garantindo recursos para contratar psicólogos, assistentes sociais e outros profissionais.
  • Campanhas de conscientização: voltadas para alunos, pais e professores, sobre temas como depressão, suicídio, automutilação e ansiedade, quebrando o tabu e incentivando a busca por ajuda.
  • Integração com a rede de saúde local: formar parcerias com postos de saúde, hospitais e clínicas para oferecer suporte quando necessário.


O poder da comunidade escolar


Não é raro vermos casos de bullying, ansiedade e depressão em jovens. Entretanto, quando a escola — junto à família e a comunidade — se une para criar um ambiente saudável e acolhedor, esses quadros podem ser prevenidos ou amenizados. Construir uma comunidade escolar forte significa:


  • Promover empatia e respeito: valorizar a diversidade de opiniões, raças, religiões, orientações sexuais e estilos de vida.
  • Estabelecer regras claras de convivência: com participação dos alunos, para que todos se sintam parte do processo.
  • Encorajar a participação de todos: dar voz aos alunos nos conselhos escolares, promover assembleias e debates sobre os problemas mais urgentes da escola.
  • Celebrar conquistas coletivas: organizar eventos, feiras de ciências, mostras culturais, competições esportivas que promovam a união e o orgulho de pertencer àquela comunidade.


Práticas simples que podem fazer toda a diferença


Além das estratégias mais abrangentes, algumas práticas simples no dia a dia escolar podem impactar positivamente a saúde mental dos alunos. Veja algumas sugestões:


  • Intervalos ativos: reservar parte do recreio para atividades de relaxamento e meditação guiada, ou simples alongamentos.
  • Murais de recados positivos: permitir que alunos e professores deixem mensagens de apoio, incentivo ou reflexão.
  • Caixa de sugestões e sentimentos: onde os estudantes podem deixar bilhetes anônimos, revelando preocupações, elogios ou ideias para melhorar o ambiente escolar.
  • Leitura e escrita criativa: proporcionar momentos em que os alunos possam escrever sobre seus sentimentos ou criar histórias que estimulem a imaginação e a empatia.


Construindo um futuro mais saudável e inclusivo


A saúde mental nas escolas é, sem dúvida, um dos pilares para a formação de indivíduos emocionalmente estáveis, empáticos e resilientes. Quando instituições de ensino se engajam em discutir e promover o bem-estar socioemocional, estão ajudando a construir um futuro melhor para todos. Os reflexos podem ser vistos tanto no curto prazo — em melhores índices de aprendizado e diminuição de conflitos — quanto em longo prazo, na formação de adultos mais seguros e conscientes de suas emoções.


É urgente que todas as partes envolvidas — diretores, coordenadores, professores, familiares, alunos e poder público — unam forças para criar estratégias concretas de promoção de saúde mental no contexto escolar. Esse trabalho, embora desafiador, é extremamente gratificante. Ao cuidar da saúde mental das gerações mais novas, estamos literalmente investindo em um mundo mais humano e acolhedor.


Quer dar o próximo passo?


Se você, educador, pai, mãe ou estudante, sentiu que é hora de buscar ajuda profissional ou deseja implementar melhorias na saúde mental escolar, convidamos você a conhecer mais sobre a nossa Formação Permanente em Terapia Online e os planos de atendimento psicológico da escutaaqui.


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Não deixe de conferir também nosso blog para encontrar outros artigos sobre Psicologia, Psicoterapia, Psicólogo Online e Terapia Online. Promover a saúde mental é uma construção contínua, e estamos aqui para ajudar em cada etapa desse caminho!


Tudo sobre Psicologia, bem-estar e terapia online

Por Matheus Santos 3 de janeiro de 2026
Em algum momento da terapia, muitas pessoas se fazem a pergunta — às vezes em silêncio, às vezes com culpa: “Será que eu posso trocar de psicólogo?” “E se eu estiver desistindo cedo demais?” “Trocar de profissional significa que a terapia falhou?” Essas dúvidas são mais comuns do que parecem. E a resposta curta é: sim, é possível trocar de psicólogo — e, em alguns casos, isso é saudável e necessário. Mas essa decisão merece cuidado, reflexão e honestidade emocional. Neste texto, você vai entender: quando trocar de psicólogo faz sentido quando a vontade de trocar pode esconder outro movimento como conversar sobre isso em terapia como fazer essa transição com respeito e cuidado o que a escutaaqui oferece para facilitar esse processo Trocar de psicólogo é sinal de fracasso? Não. Trocar de psicólogo não significa que você falhou , nem que a terapia “não funciona”. Muitas vezes, significa exatamente o contrário: que você está mais consciente do que precisa. Assim como em qualquer relação profissional, nem todo encaixe acontece — e isso não invalida o trabalho feito até ali. Quando trocar de psicólogo pode fazer sentido Existem situações em que a troca é legítima e saudável. Alguns exemplos: 1. Falta de vínculo terapêutico persistente Se, após um tempo razoável, você sente que: não consegue se abrir não se sente seguro(a) não há espaço para diálogo não se sente compreendido(a) isso merece atenção. 👉 Como saber se você encontrou o psicólogo certo https://www.escutaaqui.com/como-saber-se-voce-encontrou-o-psicologo-certo-para-voce 2. Sensação constante de julgamento ou invalidação A terapia deve ser um espaço de escuta ética. Sentir-se frequentemente julgado(a), desrespeitado(a) ou diminuído(a) não é esperado. 3. Falta de clareza sobre o processo Se você não entende minimamente: o que está sendo trabalhado por que certos temas aparecem qual é o foco do processo e não há abertura para conversar sobre isso, pode ser necessário reavaliar. 4. Desalinhamento com a abordagem Algumas pessoas precisam de processos mais estruturados; outras, mais exploratórios. Se há um desencontro claro entre expectativa e método, ajustes — ou troca — podem fazer sentido. 👉 Abordagens integrativas na psicologia https://www.escutaaqui.com/abordagens-integrativas-na-psicologia 5. Questões éticas Quebra de sigilo, falta de limites claros ou atitudes antiéticas são sinais importantes de alerta. 👉 Código de Ética Profissional do Psicólogo https://www.escutaaqui.com/codigo-etica-psicologo Quando a vontade de trocar pode esconder outra coisa Nem toda vontade de trocar indica que o psicólogo está errado. Às vezes, essa vontade surge quando: temas difíceis começam a aparecer emoções evitadas vêm à tona o processo começa a aprofundar padrões antigos são questionados há medo de mudar Nesses casos, trocar pode ser uma forma de evitar o desconforto , não de resolvê-lo. 👉 Quando a terapia não parece estar funcionando https://www.escutaaqui.com/quando-a-terapia-nao-parece-estar-funcionando-o-que-avaliar-antes-de-desistir Por isso, a reflexão é essencial. Falar sobre a vontade de trocar também é terapia Antes de tomar a decisão, vale conversar. Você pode dizer, por exemplo: “Tenho pensado em trocar de psicólogo” “Sinto que algo não está encaixando” “Não sei se este processo está funcionando para mim” A forma como o psicólogo acolhe essa conversa é, por si só, um dado importante. 👉 O que falar na terapia https://www.escutaaqui.com/o-que-falar-na-terapia-como-aproveitar-melhor-as-sessoes Como fazer a troca de forma respeitosa e cuidadosa Se a decisão for trocar, alguns cuidados ajudam: • Evite sumir sem avisar Sempre que possível, converse sobre o encerramento. • Reconheça o que foi construído Mesmo que o processo não continue, algo foi trabalhado. • Use a experiência como aprendizado Entender o que não funcionou ajuda na próxima escolha. 👉 Como escolher um psicólogo online https://www.escutaaqui.com/como-escolher-um-psicologo-online-guia-completo-para-fazer-a-escolha-certa Trocar de psicólogo interrompe o processo? Não necessariamente. Muitas vezes, a troca: dá novo fôlego ao cuidado permite aprofundar temas melhora o vínculo aumenta a adesão A terapia não começa do zero — você leva consigo tudo o que já foi elaborado. A terapia online facilita esse processo A terapia online torna a troca menos burocrática e mais acessível, permitindo: mais opções de profissionais facilidade de transição continuidade do cuidado menos barreiras logísticas 👉 Diferenças entre terapia online e presencial https://www.escutaaqui.com/diferencas-entre-terapia-online-e-presencial-qual-e-a-melhor-opcao-para-voce Como a escutaaqui apoia você nesse momento A escutaaqui entende que o processo terapêutico é vivo — e que ajustes fazem parte dele. Por isso, oferece: psicólogos com CRP ativo diversidade de abordagens acolhimento desde o primeiro contato possibilidade de trocar de profissional orientação para encontrar o melhor encaixe atendimento online seguro e humano E um diferencial que amplia o cuidado: A cada sessão paga, uma sessão é doada para alguém em situação de vulnerabilidade. Ou seja, cuidar de si também gera impacto social. Trocar pode ser um passo de amadurecimento Trocar de psicólogo não é desistir da terapia. Muitas vezes, é se comprometer ainda mais com o próprio cuidado . Se você sente que precisa de ajuda para avaliar esse momento ou encontrar um profissional que faça mais sentido para você agora, a equipe de acolhimento da escutaaqui está pronta para te orientar: 👉 https://www.escutaaqui.com/ Cuidar de si também é saber quando ajustar o caminho.
Por Matheus Santos 3 de janeiro de 2026
Depois de começar a terapia — ou até mesmo antes — uma dúvida costuma aparecer: “Será que esse psicólogo é o profissional certo para mim?” “Como eu sei se essa relação terapêutica está funcionando?” “E se eu estiver no lugar errado?” Essas perguntas são legítimas, importantes e fazem parte do processo terapêutico. Encontrar o psicólogo certo não é sobre perfeição, afinidade imediata ou ausência de desconforto — é sobre vínculo, segurança e possibilidade de trabalho clínico . Neste texto, você vai entender: o que realmente define um bom encaixe terapêutico sinais de que você encontrou o psicólogo certo sinais de alerta que merecem atenção diferenças entre desconforto saudável e desalinhamento quando conversar, ajustar ou trocar de profissional como a escutaaqui ajuda nesse processo Primeiro: não existe psicólogo perfeito É importante começar desfazendo um mito. O psicólogo certo para você não é aquele que: nunca te confronta sempre concorda com você te faz se sentir bem o tempo todo resolve tudo rapidamente A terapia envolve desconforto, reflexão e mudança — e isso faz parte de um processo saudável. O que realmente importa na escolha do psicólogo Mais do que idade, gênero, abordagem ou estilo, alguns fatores são fundamentais: sensação de segurança emocional possibilidade de falar sem medo de julgamento escuta atenta e respeitosa clareza sobre o processo espaço para diálogo ética e sigilo 👉 Código de Ética Profissional do Psicólogo https://www.escutaaqui.com/codigo-etica-psicologo Sinais de que você encontrou o psicólogo certo Nem todos aparecem logo nas primeiras sessões, mas costumam surgir com o tempo. 1. Você se sente à vontade para falar Mesmo quando o assunto é difícil, vergonhoso ou confuso. 2. Você sente que é escutado(a) Não apenas ouvido, mas compreendido — ainda que o psicólogo questione ou confronte alguns pontos. 3. Existe espaço para discordar Você pode dizer quando algo não faz sentido, quando não concorda ou quando se sente desconfortável. 👉 O que falar na terapia https://www.escutaaqui.com/o-que-falar-na-terapia-como-aproveitar-melhor-as-sessoes 4. O psicólogo não dá respostas prontas Em vez disso, ajuda você a construir as próprias respostas. 5. O processo faz sentido Mesmo que seja difícil, você entende por que certos temas estão sendo trabalhados. 6. Você percebe movimentos internos Mais consciência, reflexões fora da sessão, questionamentos novos — mesmo sem alívio imediato. 👉 Quando a terapia não parece estar funcionando https://www.escutaaqui.com/quando-a-terapia-nao-parece-estar-funcionando-o-que-avaliar-antes-de-desistir Desconforto não significa erro Um ponto crucial: sentir desconforto não é sinal de que o psicólogo está errado . O desconforto saudável acontece quando: padrões antigos são questionados emoções evitadas vêm à tona defesas começam a cair mudanças internas começam a acontecer Isso é diferente de se sentir: invalidado(a) julgado(a) desrespeitado(a) ignorado(a) Aprender a diferenciar essas experiências é fundamental. Sinais de alerta que merecem atenção Algumas situações indicam que algo pode não estar adequado: você se sente constantemente julgado(a) não há espaço para diálogo sobre o processo o psicólogo impõe verdades ou decisões suas falas são frequentemente minimizadas não há clareza mínima sobre o trabalho terapêutico você sente medo de falar sobre o que incomoda Nesses casos, é importante parar e avaliar . Falar sobre isso em sessão é o primeiro passo Antes de trocar de profissional, vale conversar. Você pode dizer coisas como: “Tenho sentido dificuldade de me abrir” “Não sei se estamos trabalhando o que eu preciso” “Sinto que algo não está encaixando” A forma como o psicólogo acolhe essa conversa diz muito sobre a relação terapêutica. 👉 O que não fazer na terapia https://www.escutaaqui.com/o-que-nao-fazer-na-terapia-comportamentos-que-podem-dificultar-o-processo Trocar de psicólogo é fracasso? Não. Trocar de psicólogo pode ser: um ato de autocuidado um sinal de amadurecimento emocional uma escolha consciente Assim como em qualquer relação profissional, nem todo encaixe funciona — e isso não invalida o processo terapêutico. A terapia online influencia esse vínculo? A terapia online não reduz a qualidade do vínculo terapêutico. Em muitos casos, ela facilita . Ela pode: reduzir ansiedade inicial aumentar sensação de segurança favorecer espontaneidade melhorar constância 👉 Diferenças entre terapia online e presencial https://www.escutaaqui.com/diferencas-entre-terapia-online-e-presencial-qual-e-a-melhor-opcao-para-voce Como a escutaaqui ajuda você a encontrar o psicólogo certo A escutaaqui entende que encontrar o psicólogo certo é parte fundamental do cuidado. Por isso, oferece: psicólogos com CRP ativo diversidade de abordagens acolhimento desde o primeiro contato possibilidade de ajustes no processo atendimento online seguro orientação contínua E um diferencial que amplia o sentido do cuidado: A cada sessão paga, uma sessão é doada para alguém em situação de vulnerabilidade. Ou seja, enquanto você cuida de si, ajuda outra pessoa a acessar cuidado psicológico. Encontrar o psicólogo certo é um processo — não um teste Você não precisa decidir tudo na primeira sessão. O vínculo se constrói com o tempo, diálogo e honestidade. Se você sente que precisa de ajuda para encontrar um profissional que faça sentido para você, a equipe de acolhimento da escutaaqui está pronta para te orientar: 👉 https://www.escutaaqui.com/ O psicólogo certo não é aquele que promete respostas fáceis — é aquele que caminha com você enquanto as respostas se constroem.
Por Matheus Santos 3 de janeiro de 2026
Em algum momento do processo terapêutico, muitas pessoas se perguntam: “Será que a terapia está funcionando mesmo?” “Por que não me sinto melhor ainda?” “Será que esse processo é para mim?” Essas dúvidas são mais comuns do que parecem — e, na maioria das vezes, não significam que a terapia não funciona , mas que algo importante está acontecendo no processo. Antes de desistir, vale parar e avaliar alguns pontos fundamentais. Neste texto, você vai entender: por que é comum sentir que a terapia não está funcionando sinais de que o processo está em andamento (mesmo sem alívio imediato) situações em que ajustes são necessários quando trocar de abordagem ou profissional pode fazer sentido como conversar sobre isso em terapia como a escutaaqui pode te apoiar nesse momento Sentir dúvida faz parte do processo terapêutico A terapia não é um caminho linear. Ela envolve avanços, pausas, desconfortos, recaídas e reorganizações internas. Em muitos casos, a sensação de que “não está funcionando” surge quando: emoções difíceis começam a aparecer padrões antigos são questionados defesas emocionais começam a cair mudanças internas ainda não se traduziram em alívio externo Paradoxalmente, esse momento costuma indicar aprofundamento , não fracasso. 👉 Quanto tempo dura a terapia? https://www.escutaaqui.com/quanto-tempo-dura-a-terapia-entenda-o-processo-e-tenha-expectativas-realistas A terapia não é apenas sobre se sentir melhor Um equívoco comum é medir o sucesso da terapia apenas pelo alívio imediato. A terapia também serve para: aumentar consciência emocional identificar padrões repetitivos compreender escolhas desenvolver autonomia aprender a lidar com emoções difíceis mudar a forma de se relacionar consigo e com os outros Esses ganhos nem sempre são percebidos como “bem-estar” no início. Sinais de que a terapia pode estar funcionando (mesmo sem parecer) Alguns sinais sutis de progresso incluem: você pensa mais sobre si fora da sessão começa a perceber padrões antes invisíveis sente emoções que antes evitava questiona comportamentos automáticos reage de forma diferente a situações parecidas consegue nomear melhor o que sente Esses movimentos internos precedem mudanças mais visíveis. Por que às vezes parece que a terapia piorou? É relativamente comum sentir um aumento temporário de desconforto quando: temas sensíveis começam a ser abordados traumas são revisitados com cuidado sentimentos reprimidos vêm à tona você para de evitar certas emoções Isso não significa que a terapia está te fazendo mal — significa que ela está tocando no que precisa ser cuidado , com segurança. 👉 O que não fazer na terapia https://www.escutaaqui.com/o-que-nao-fazer-na-terapia-comportamentos-que-podem-dificultar-o-processo Quando é importante conversar sobre isso em sessão Se a sensação de estagnação ou frustração persiste, o primeiro passo não é desistir — é conversar . Vale trazer para a sessão pensamentos como: “Tenho sentido que não estou avançando” “Não sei se estamos trabalhando o que eu preciso” “Estou com dúvidas sobre o processo” “Tenho vontade de desistir” Falar sobre a própria terapia é parte da terapia . 👉 O que falar na terapia https://www.escutaaqui.com/o-que-falar-na-terapia-como-aproveitar-melhor-as-sessoes A abordagem terapêutica pode influenciar essa sensação Nem toda abordagem funciona da mesma forma para todas as pessoas. Algumas são mais: estruturadas focadas em objetivos orientadas para habilidades Outras são mais: exploratórias profundas focadas em padrões emocionais Se houver desalinhamento entre sua expectativa e a abordagem utilizada, ajustes podem ser feitos — ou uma mudança pode ser considerada. 👉 Abordagens integrativas na psicologia https://www.escutaaqui.com/abordagens-integrativas-na-psicologia E quando o vínculo com o psicólogo não se constrói? O vínculo terapêutico é um dos fatores mais importantes da eficácia da terapia. Se você sente: dificuldade de confiança sensação de não ser compreendido(a) falta de segurança para se abrir desconforto persistente sem elaboração isso merece ser olhado com cuidado. Às vezes, conversar sobre isso resolve. Em outros casos, trocar de profissional pode ser saudável — e não é um fracasso. 👉 Como escolher um psicólogo online https://www.escutaaqui.com/como-escolher-um-psicologo-online-guia-completo-para-fazer-a-escolha-certa Quando realmente pode ser hora de repensar o processo? Alguns sinais indicam a necessidade de reavaliação: ausência total de objetivos claros após muito tempo falta de espaço para diálogo sobre o processo sensação constante de invalidação estagnação prolongada sem reflexão ausência de contrato terapêutico mínimo Nesses casos, é legítimo repensar o caminho. A terapia online muda essa experiência? A terapia online não reduz a profundidade do processo, mas pode: facilitar constância reduzir faltas diminuir barreiras logísticas aumentar conforto emocional 👉 Diferenças entre terapia online e presencial https://www.escutaaqui.com/diferencas-entre-terapia-online-e-presencial-qual-e-a-melhor-opcao-para-voce Para muitas pessoas, isso melhora a adesão e os resultados. Como a escutaaqui apoia você nesses momentos de dúvida A escutaaqui entende que a terapia é um processo vivo — e que dúvidas fazem parte dele. Por isso, oferece: acolhimento desde o início psicólogos qualificados e éticos possibilidade de ajustes no processo orientação clara atendimento online acessível cuidado humano E um diferencial que amplia o sentido do cuidado: A cada sessão paga, uma sessão é doada para alguém em situação de vulnerabilidade. Cuidar de si também gera impacto social. Antes de desistir, vale escutar o que essa dúvida quer dizer A vontade de desistir nem sempre significa que a terapia não funciona. Muitas vezes, ela aponta para algo que precisa ser dito, ajustado ou compreendido. Se você sente que algo no processo precisa de atenção, a equipe de acolhimento da escutaaqui está pronta para te ouvir e orientar: 👉 https://www.escutaaqui.com/ Às vezes, insistir um pouco mais — com consciência — é exatamente o que permite a mudança acontecer.
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