Saúde Mental na Mídia

Falar sobre saúde mental tornou-se cada vez mais comum na sociedade atual. Seja em programas de televisão, podcasts, jornais ou redes sociais, o assunto emergiu com força, trazendo à tona discussões sobre ansiedade, depressão, estresse e outros temas importantes dentro do campo da Psicologia e da Psicoterapia. Porém, a forma como a mídia aborda essas questões pode influenciar positivamente ou negativamente a percepção do público, impactando diretamente as atitudes e comportamentos de quem consome esse conteúdo.


Neste artigo, vamos analisar como a mídia retrata a saúde mental, quais são os riscos de abordagens sensacionalistas ou incompletas e como podemos nos tornar consumidores críticos para não cair em generalizações ou mitos. Também abordaremos a importância do Psicólogo Online e da Terapia Online — recursos que se tornam cada vez mais acessíveis e ajudam pessoas de todas as idades a buscar acolhimento e suporte. E, claro, ao longo do texto, você encontrará links que o levarão ao blog da escutaaqui para aprofundar-se em outros temas relacionados ao universo da Psicologia, Psicoterapia e Terapia Online.


Por fim, é fundamental ressaltar que o objetivo principal deste artigo é conscientizar, incentivar o cuidado com a saúde mental e mostrar caminhos para que você possa dar o próximo passo em direção a uma vida mais equilibrada. Ao final, convidamos você para conhecer mais sobre nossa Formação Permanente e nossos planos de atendimento terapêutico pela escutaaqui.


A influência da mídia na formação de opiniões


A mídia tem um alcance gigantesco e capacidade de moldar opiniões de forma muito rápida e, muitas vezes, profunda. Seja por meio de:


  • Reportagens em jornais e revistas, trazendo estatísticas e histórias de casos reais;
  • Filmes e séries que retratam personagens com transtornos mentais;
  • Redes sociais, onde influenciadores compartilham suas experiências pessoais ou opinam sobre tratamentos e diagnósticos;
  • Programas de rádio ou TV, debatendo de forma mais ou menos sensacionalista questões como suicídio, automutilação e outras temáticas urgentes.


A forma como essas narrativas são construídas pode reforçar tabus ou, ao contrário, desconstruir preconceitos e contribuir para que mais pessoas busquem ajuda especializada. Esse impacto é relevante não apenas para quem já enfrenta desafios emocionais, mas para toda a sociedade.


Efeitos positivos de uma boa cobertura


Quando abordada com responsabilidade, a saúde mental ganha:


  1. Visibilidade: mais pessoas se conscientizam dos sinais de depressão, ansiedade, transtornos alimentares, entre outros.
  2. Empatia: o público tende a se colocar no lugar de quem enfrenta dificuldades, reduzindo julgamentos precipitados.
  3. Informação de qualidade: bons conteúdos ajudam a esclarecer mitos sobre Psicologia, Psicoterapia e outros tratamentos, encorajando quem precisa a buscar suporte.
  4. Acesso à rede de atendimento: muitos veículos indicam onde encontrar serviços de saúde mental ou plataformas de Terapia Online, facilitando o primeiro passo.


Para saber mais sobre como a comunicação e a informação são relevantes na busca por ajuda, você pode conferir este artigo em nosso blog que aborda a importância de falarmos abertamente sobre transtornos mentais e como isso pode salvar vidas.


Efeitos negativos de uma cobertura inadequada


Por outro lado, quando a mídia trata a saúde mental de forma sensacionalista, superficial ou errônea, podemos ter:


  1. Preconceito e estigmatização: pessoas com transtornos mentais podem ser rotuladas como “loucas” ou “perigosas”, dificultando a inclusão social e o reconhecimento de que problemas de ordem psíquica necessitam de atenção profissional.
  2. Normalização de comportamentos nocivos: em alguns casos, a romantização de atitudes extremas ou de condições graves leva ao agravo de quadros clínicos, especialmente em jovens.
  3. Desinformação sobre terapias e medicamentos: informações parciais ou generalizadas podem fazer com que o público busque soluções milagrosas ou negligencie o cuidado especializado.
  4. Transtornos subdiagnosticados: quando há pouca profundidade na discussão, problemas como ansiedade e depressão podem ser confundidos com “drama” ou “frescura”, retardando a procura por ajuda.


A responsabilidade dos veículos de comunicação


Diante de tanto poder para influenciar comportamentos, cabe aos meios de comunicação a responsabilidade de buscar informações confiáveis e consultoria de profissionais qualificados — como Psicólogos, Psiquiatras e especialistas em Psicologia — ao produzir conteúdos sobre saúde mental.


  • Verificar fontes: entrevistas com profissionais da Psicologia e Psicoterapia tornam o conteúdo mais confiável.
  • Evitar rótulos: não resumir uma pessoa a um transtorno ou conduta específica, salientando a complexidade de cada condição.
  • Contextualizar estatísticas: números sem explicação podem gerar pânico ou minimizar questões importantes.
  • Oferecer apoio: sempre que temas delicados como suicídio ou automutilação forem discutidos, é fundamental disponibilizar canais de ajuda e indicar onde buscar suporte, incluindo plataformas de Terapia Online.


A mídia que preza pela ética na divulgação de informações sobre saúde mental age como parceira na promoção de bem-estar psicológico. Quer entender mais sobre como identificar informações confiáveis e separar fontes sérias de meras especulações? Acesse nosso blog da escutaaqui e aprofunde seus conhecimentos em artigos que desmistificam o papel do Psicólogo Online e do apoio terapêutico.


A força das redes sociais na saúde mental


Hoje, o consumo de informação se dá principalmente pelas redes sociais. Plataformas como Facebook, Instagram, TikTok e Twitter influenciam milhões de pessoas diariamente. Nesse contexto, vários usuários, incluindo influenciadores digitais, falam sobre saúde mental, compartilham experiências pessoais, divulgam dicas de autocuidado e sugerem práticas para lidar com a ansiedade e outros desafios emocionais.


Vantagens


  1. Acesso rápido a experiências reais: muitas pessoas se sentem representadas ao identificar alguém passando por situações semelhantes, criando um senso de comunidade e apoio.
  2. Quebra de tabus: relatos autênticos ajudam a mostrar que não há vergonha em buscar ajuda psicológica, inclusive por meio de Terapia Online.
  3. Conteúdo democrático: redes sociais possibilitam trocas em tempo real e de forma gratuita, fazendo com que informações cheguem a populações diversas.


Desvantagens


  1. Dificuldade de checar veracidade: nem todo conteúdo compartilhado é embasado em evidências científicas ou orientado por profissionais qualificados.
  2. Risco de disparo de gatilhos: relatos muito detalhados de automutilação, pensamentos suicidas ou outras questões podem afetar quem está em estado emocional vulnerável.
  3. Superficialidade: redes sociais costumam incentivar a instantaneidade; assuntos complexos, como transtornos mentais, podem ser tratados de forma rasa ou equivocada.


Para filtrar e absorver o que realmente é útil nas redes, é fundamental adotar uma postura ativa e crítica. Pergunte-se sempre: “Quem está falando? Qual a formação desse influenciador? Existe base científica por trás dessas dicas?”. Caso sinta necessidade, procure um Psicólogo Online para ter uma orientação mais segura e personalizada.


Como ser um consumidor crítico de informações sobre saúde mental


Para não cair em armadilhas ou em abordagens sensacionalistas, é preciso desenvolver um olhar criterioso diante das informações sobre saúde mental:


  1. Verifique as fontes: procure saber quem está por trás da notícia ou do conteúdo. São profissionais de Psicologia ou Psiquiatria? Há referências a estudos confiáveis?
  2. Busque múltiplos pontos de vista: ler diferentes matérias, ouvir especialistas variados e consultar publicações científicas pode ajudar a ter uma visão mais completa.
  3. Evite compartilhar sem checar: ao receber uma notícia bombástica ou estatísticas alarmantes, confirme em sites de renome ou consulte profissionais antes de repassar a informação.
  4. Priorize veículos especializados: há meios de comunicação que têm equipes dedicadas a temas de saúde, bem-estar e Psicoterapia. Esses costumam ser mais cuidadosos na apuração.
  5. Pergunte a quem entende: se estiver em dúvida sobre determinado transtorno ou abordagem terapêutica, agende uma conversa com um especialista. Hoje, existem diversas plataformas de Terapia Online que facilitam esse contato profissional.


A representação da saúde mental no entretenimento


Além do jornalismo e das redes sociais, o entretenimento também exerce forte influência na forma como as pessoas compreendem a saúde mental. Filmes, séries, novelas e até mesmo músicas retratam personagens e histórias ligadas à depressão, esquizofrenia, bipolaridade, entre outros temas.


  • Quando bem feito: contribui para a humanização e a empatia. Personagens que enfrentam problemas mentais podem ajudar o público a enxergar nuances e se colocar no lugar do outro.
  • Quando mal feito: pode reforçar estereótipos, pintar um quadro irreal do que é viver com um transtorno mental, alimentando preconceitos e dificultando a busca por ajuda especializada.


Você quer explorar mais sobre como os produtos culturais podem servir tanto como ferramentas de conscientização quanto de desinformação? Confira nosso blog na escutaaqui e entenda a relevância de um olhar crítico ao consumir conteúdos de entretenimento que abordam Psicologia e Psicoterapia.


O papel dos profissionais de Psicologia na mídia


Muitos profissionais de Psicologia são convidados a participar de entrevistas, podcasts e programas de TV para comentar assuntos de saúde mental. Essa participação é crucial para garantir:


  1. Confiabilidade: profissionais podem embasar as discussões em pesquisas, estudos de caso e experiência clínica.
  2. Orientações práticas: dicas de autocuidado, formas de identificar sinais de transtornos, encaminhamentos para serviços de saúde.
  3. Redução de estigma: psicólogos e psiquiatras ao vivo podem demonstrar que não existe “mistério” ou “bicho de sete cabeças” na hora de buscar Psicoterapia.


No entanto, é preciso cautela: alguns programas acabam usando falas de especialistas de forma sensacionalista, focando em polêmicas ao invés de esclarecimentos de qualidade. Profissionais éticos tendem a recusar convites para espaços onde a saúde mental não seja tratada com a seriedade necessária.


Dicas de como a mídia pode melhorar a abordagem da saúde mental


Diante de todo esse cenário, existem caminhos para que a mídia (jornalística ou de entretenimento) contribua efetivamente para a promoção da saúde mental:


  • Formar jornalistas e produtores: oferecer workshops sobre terminologias adequadas, consequências de abordagens negativas e importância de consultar especialistas em Psicologia e Psicoterapia.
  • Dar voz a quem vivencia: convidar pessoas que convivem com transtornos mentais para dar depoimentos, sempre com acompanhamento profissional para evitar gatilhos.
  • Inserir links de ajuda: ao final de matérias, séries ou filmes que abordem depressão ou outras condições, disponibilizar contatos de plataformas de Terapia Online ou redes de apoio.
  • Entrevistar múltiplos profissionais: psiquiatras, psicólogos, terapeutas ocupacionais, assistentes sociais e outros especialistas podem apresentar pontos de vista complementares.


Cases de sucesso na mídia


Nem tudo é negativo quando falamos de saúde mental na mídia. Existem exemplos inspiradores de como uma boa reportagem ou produção cultural pode fazer a diferença:


  • Campanhas de prevenção ao suicídio: durante o Setembro Amarelo, várias emissoras e portais digitais trazem histórias de superação, dicas de prevenção e depoimentos de profissionais.
  • Documentários sobre transtornos mentais: alguns filmes reúnem depoimentos reais, mostrando o dia a dia de quem enfrenta condições como bipolaridade e esquizofrenia, sempre embasados em entrevistas com especialistas.
  • Séries que retratam terapia com responsabilidade: embora raras, existem séries que demonstram sessões de Psicoterapia de forma realista, sem sensacionalismo, ajudando o público a entender como é estar diante de um profissional e por que buscar ajuda.


Quer conhecer mais sobre os benefícios que a Terapia Online pode trazer, especialmente quando todas as barreiras de deslocamento ou tempo são removidas? Recomendamos a leitura de um de nossos artigos no blog da escutaaqui, onde discutimos como a tecnologia pode facilitar o acesso a cuidados psicológicos.


Como a busca por ajuda online se consolida


Com o crescimento da Terapia Online, muitas pessoas já recorrem a plataformas virtuais para agendar consultas com psicólogos, inclusive devido à influência positiva de mídias que divulgam essas possibilidades. Na escutaaqui, por exemplo, oferecemos um ambiente seguro, confidencial e prático, ideal para quem tem uma rotina atribulada ou vive em regiões com pouco acesso a profissionais de Psicologia.


Benefícios da Terapia Online


  1. Acesso simplificado: você pode se conectar de qualquer lugar, bastando ter um dispositivo com internet.
  2. Conforto e privacidade: muitas pessoas preferem participar da sessão em casa, onde se sentem mais à vontade.
  3. Flexibilidade de horários: a rotina contemporânea demanda opções que se encaixem nos horários mais convenientes para cada um.
  4. Redução de custos: economiza-se com transporte e outros gastos associados ao deslocamento físico.


Muitos veículos de comunicação têm mostrado histórias de quem se beneficiou da Terapia Online, quebrando o mito de que apenas o formato presencial é eficaz. Essa divulgação responsável permite que mais pessoas descubram que o cuidado com a saúde mental está ao alcance de um clique.


Por que precisamos continuar falando sobre saúde mental na mídia?


A comunicação de massa é uma das ferramentas mais poderosas para educar, sensibilizar e mobilizar a sociedade. Se deixarmos a saúde mental fora dos holofotes, corremos o risco de perpetuar o ciclo de silêncio e desconhecimento que tanto prejudica quem enfrenta dificuldades emocionais. Ao manter o assunto em pauta:


  • Ampliamos o debate: quando falamos sobre saúde mental, convidamos pessoas a refletir sobre suas próprias emoções e a de seus familiares e amigos.
  • Construímos redes de apoio: ao ver histórias de superação e acolhimento, cresce a solidariedade e a empatia em relação a quem sofre de doenças mentais.
  • Pressionamos políticas públicas: a visibilidade do tema pode influenciar governantes a investirem mais em centros de atendimento, contratação de profissionais e infraestrutura para o cuidado psicológico.
  • Fortalecemos a busca ativa: quando a mídia mostra que há opções de ajuda, incluindo Psicólogo Online e plataformas confiáveis de Terapia Online, mais pessoas sentem-se encorajadas a dar o primeiro passo.


Caminhos para a transformação pessoal e coletiva


Para que haja um impacto real, é indispensável que todos — jornalistas, roteiristas, influenciadores, consumidores de conteúdo — reconheçam o valor da saúde mental e a necessidade de tratá-la com responsabilidade. Ao unir forças, podemos reduzir preconceitos, aumentar o acesso a tratamentos e criar uma cultura em que cuidar das emoções seja tão natural quanto cuidar do corpo.


Se você sente que a cobertura midiática sobre saúde mental desperta dúvidas, inseguranças ou mesmo inspirações para melhorar o seu bem-estar, lembre-se de que há sempre caminhos para evoluir. Buscar ajuda profissional em momentos de crise ou simplesmente para autoconhecimento é um ato de coragem e cuidado consigo mesmo.


Quer dar o próximo passo?


Esperamos que este artigo tenha esclarecido a importância e o papel da mídia na forma como a saúde mental é percebida socialmente. Agora, se você quer cuidar mais de si, conhecer métodos e abordagens para fortalecer seu equilíbrio emocional ou iniciar um processo terapêutico, nós convidamos você a conhecer nossa Formação Permanente na escutaaqui e nossos planos de atendimento psicológico.


Acesse agora mesmo o link abaixo e envie sua mensagem via WhatsApp. Nossa equipe está pronta para sanar dúvidas, explicar como funciona a Terapia Online e orientá-lo(a) em direção a uma vida mais saudável e plena:


Quero saber mais sobre os planos de terapia online


Não deixe de conferir também nosso blog para encontrar outros artigos sobre Terapia Online, Psicólogo Online, Psicologia e Psicoterapia. Vamos juntos construir uma sociedade mais bem informada e acolhedora, onde a saúde mental seja uma prioridade e todos tenham acesso a cuidados de qualidade!


Tudo sobre Psicologia, bem-estar e terapia online

Por Matheus Santos 3 de janeiro de 2026
Em algum momento da terapia, muitas pessoas se fazem a pergunta — às vezes em silêncio, às vezes com culpa: “Será que eu posso trocar de psicólogo?” “E se eu estiver desistindo cedo demais?” “Trocar de profissional significa que a terapia falhou?” Essas dúvidas são mais comuns do que parecem. E a resposta curta é: sim, é possível trocar de psicólogo — e, em alguns casos, isso é saudável e necessário. Mas essa decisão merece cuidado, reflexão e honestidade emocional. Neste texto, você vai entender: quando trocar de psicólogo faz sentido quando a vontade de trocar pode esconder outro movimento como conversar sobre isso em terapia como fazer essa transição com respeito e cuidado o que a escutaaqui oferece para facilitar esse processo Trocar de psicólogo é sinal de fracasso? Não. Trocar de psicólogo não significa que você falhou , nem que a terapia “não funciona”. Muitas vezes, significa exatamente o contrário: que você está mais consciente do que precisa. Assim como em qualquer relação profissional, nem todo encaixe acontece — e isso não invalida o trabalho feito até ali. Quando trocar de psicólogo pode fazer sentido Existem situações em que a troca é legítima e saudável. Alguns exemplos: 1. Falta de vínculo terapêutico persistente Se, após um tempo razoável, você sente que: não consegue se abrir não se sente seguro(a) não há espaço para diálogo não se sente compreendido(a) isso merece atenção. 👉 Como saber se você encontrou o psicólogo certo https://www.escutaaqui.com/como-saber-se-voce-encontrou-o-psicologo-certo-para-voce 2. Sensação constante de julgamento ou invalidação A terapia deve ser um espaço de escuta ética. Sentir-se frequentemente julgado(a), desrespeitado(a) ou diminuído(a) não é esperado. 3. Falta de clareza sobre o processo Se você não entende minimamente: o que está sendo trabalhado por que certos temas aparecem qual é o foco do processo e não há abertura para conversar sobre isso, pode ser necessário reavaliar. 4. Desalinhamento com a abordagem Algumas pessoas precisam de processos mais estruturados; outras, mais exploratórios. Se há um desencontro claro entre expectativa e método, ajustes — ou troca — podem fazer sentido. 👉 Abordagens integrativas na psicologia https://www.escutaaqui.com/abordagens-integrativas-na-psicologia 5. Questões éticas Quebra de sigilo, falta de limites claros ou atitudes antiéticas são sinais importantes de alerta. 👉 Código de Ética Profissional do Psicólogo https://www.escutaaqui.com/codigo-etica-psicologo Quando a vontade de trocar pode esconder outra coisa Nem toda vontade de trocar indica que o psicólogo está errado. Às vezes, essa vontade surge quando: temas difíceis começam a aparecer emoções evitadas vêm à tona o processo começa a aprofundar padrões antigos são questionados há medo de mudar Nesses casos, trocar pode ser uma forma de evitar o desconforto , não de resolvê-lo. 👉 Quando a terapia não parece estar funcionando https://www.escutaaqui.com/quando-a-terapia-nao-parece-estar-funcionando-o-que-avaliar-antes-de-desistir Por isso, a reflexão é essencial. Falar sobre a vontade de trocar também é terapia Antes de tomar a decisão, vale conversar. Você pode dizer, por exemplo: “Tenho pensado em trocar de psicólogo” “Sinto que algo não está encaixando” “Não sei se este processo está funcionando para mim” A forma como o psicólogo acolhe essa conversa é, por si só, um dado importante. 👉 O que falar na terapia https://www.escutaaqui.com/o-que-falar-na-terapia-como-aproveitar-melhor-as-sessoes Como fazer a troca de forma respeitosa e cuidadosa Se a decisão for trocar, alguns cuidados ajudam: • Evite sumir sem avisar Sempre que possível, converse sobre o encerramento. • Reconheça o que foi construído Mesmo que o processo não continue, algo foi trabalhado. • Use a experiência como aprendizado Entender o que não funcionou ajuda na próxima escolha. 👉 Como escolher um psicólogo online https://www.escutaaqui.com/como-escolher-um-psicologo-online-guia-completo-para-fazer-a-escolha-certa Trocar de psicólogo interrompe o processo? Não necessariamente. Muitas vezes, a troca: dá novo fôlego ao cuidado permite aprofundar temas melhora o vínculo aumenta a adesão A terapia não começa do zero — você leva consigo tudo o que já foi elaborado. A terapia online facilita esse processo A terapia online torna a troca menos burocrática e mais acessível, permitindo: mais opções de profissionais facilidade de transição continuidade do cuidado menos barreiras logísticas 👉 Diferenças entre terapia online e presencial https://www.escutaaqui.com/diferencas-entre-terapia-online-e-presencial-qual-e-a-melhor-opcao-para-voce Como a escutaaqui apoia você nesse momento A escutaaqui entende que o processo terapêutico é vivo — e que ajustes fazem parte dele. Por isso, oferece: psicólogos com CRP ativo diversidade de abordagens acolhimento desde o primeiro contato possibilidade de trocar de profissional orientação para encontrar o melhor encaixe atendimento online seguro e humano E um diferencial que amplia o cuidado: A cada sessão paga, uma sessão é doada para alguém em situação de vulnerabilidade. Ou seja, cuidar de si também gera impacto social. Trocar pode ser um passo de amadurecimento Trocar de psicólogo não é desistir da terapia. Muitas vezes, é se comprometer ainda mais com o próprio cuidado . Se você sente que precisa de ajuda para avaliar esse momento ou encontrar um profissional que faça mais sentido para você agora, a equipe de acolhimento da escutaaqui está pronta para te orientar: 👉 https://www.escutaaqui.com/ Cuidar de si também é saber quando ajustar o caminho.
Por Matheus Santos 3 de janeiro de 2026
Depois de começar a terapia — ou até mesmo antes — uma dúvida costuma aparecer: “Será que esse psicólogo é o profissional certo para mim?” “Como eu sei se essa relação terapêutica está funcionando?” “E se eu estiver no lugar errado?” Essas perguntas são legítimas, importantes e fazem parte do processo terapêutico. Encontrar o psicólogo certo não é sobre perfeição, afinidade imediata ou ausência de desconforto — é sobre vínculo, segurança e possibilidade de trabalho clínico . Neste texto, você vai entender: o que realmente define um bom encaixe terapêutico sinais de que você encontrou o psicólogo certo sinais de alerta que merecem atenção diferenças entre desconforto saudável e desalinhamento quando conversar, ajustar ou trocar de profissional como a escutaaqui ajuda nesse processo Primeiro: não existe psicólogo perfeito É importante começar desfazendo um mito. O psicólogo certo para você não é aquele que: nunca te confronta sempre concorda com você te faz se sentir bem o tempo todo resolve tudo rapidamente A terapia envolve desconforto, reflexão e mudança — e isso faz parte de um processo saudável. O que realmente importa na escolha do psicólogo Mais do que idade, gênero, abordagem ou estilo, alguns fatores são fundamentais: sensação de segurança emocional possibilidade de falar sem medo de julgamento escuta atenta e respeitosa clareza sobre o processo espaço para diálogo ética e sigilo 👉 Código de Ética Profissional do Psicólogo https://www.escutaaqui.com/codigo-etica-psicologo Sinais de que você encontrou o psicólogo certo Nem todos aparecem logo nas primeiras sessões, mas costumam surgir com o tempo. 1. Você se sente à vontade para falar Mesmo quando o assunto é difícil, vergonhoso ou confuso. 2. Você sente que é escutado(a) Não apenas ouvido, mas compreendido — ainda que o psicólogo questione ou confronte alguns pontos. 3. Existe espaço para discordar Você pode dizer quando algo não faz sentido, quando não concorda ou quando se sente desconfortável. 👉 O que falar na terapia https://www.escutaaqui.com/o-que-falar-na-terapia-como-aproveitar-melhor-as-sessoes 4. O psicólogo não dá respostas prontas Em vez disso, ajuda você a construir as próprias respostas. 5. O processo faz sentido Mesmo que seja difícil, você entende por que certos temas estão sendo trabalhados. 6. Você percebe movimentos internos Mais consciência, reflexões fora da sessão, questionamentos novos — mesmo sem alívio imediato. 👉 Quando a terapia não parece estar funcionando https://www.escutaaqui.com/quando-a-terapia-nao-parece-estar-funcionando-o-que-avaliar-antes-de-desistir Desconforto não significa erro Um ponto crucial: sentir desconforto não é sinal de que o psicólogo está errado . O desconforto saudável acontece quando: padrões antigos são questionados emoções evitadas vêm à tona defesas começam a cair mudanças internas começam a acontecer Isso é diferente de se sentir: invalidado(a) julgado(a) desrespeitado(a) ignorado(a) Aprender a diferenciar essas experiências é fundamental. Sinais de alerta que merecem atenção Algumas situações indicam que algo pode não estar adequado: você se sente constantemente julgado(a) não há espaço para diálogo sobre o processo o psicólogo impõe verdades ou decisões suas falas são frequentemente minimizadas não há clareza mínima sobre o trabalho terapêutico você sente medo de falar sobre o que incomoda Nesses casos, é importante parar e avaliar . Falar sobre isso em sessão é o primeiro passo Antes de trocar de profissional, vale conversar. Você pode dizer coisas como: “Tenho sentido dificuldade de me abrir” “Não sei se estamos trabalhando o que eu preciso” “Sinto que algo não está encaixando” A forma como o psicólogo acolhe essa conversa diz muito sobre a relação terapêutica. 👉 O que não fazer na terapia https://www.escutaaqui.com/o-que-nao-fazer-na-terapia-comportamentos-que-podem-dificultar-o-processo Trocar de psicólogo é fracasso? Não. Trocar de psicólogo pode ser: um ato de autocuidado um sinal de amadurecimento emocional uma escolha consciente Assim como em qualquer relação profissional, nem todo encaixe funciona — e isso não invalida o processo terapêutico. A terapia online influencia esse vínculo? A terapia online não reduz a qualidade do vínculo terapêutico. Em muitos casos, ela facilita . Ela pode: reduzir ansiedade inicial aumentar sensação de segurança favorecer espontaneidade melhorar constância 👉 Diferenças entre terapia online e presencial https://www.escutaaqui.com/diferencas-entre-terapia-online-e-presencial-qual-e-a-melhor-opcao-para-voce Como a escutaaqui ajuda você a encontrar o psicólogo certo A escutaaqui entende que encontrar o psicólogo certo é parte fundamental do cuidado. Por isso, oferece: psicólogos com CRP ativo diversidade de abordagens acolhimento desde o primeiro contato possibilidade de ajustes no processo atendimento online seguro orientação contínua E um diferencial que amplia o sentido do cuidado: A cada sessão paga, uma sessão é doada para alguém em situação de vulnerabilidade. Ou seja, enquanto você cuida de si, ajuda outra pessoa a acessar cuidado psicológico. Encontrar o psicólogo certo é um processo — não um teste Você não precisa decidir tudo na primeira sessão. O vínculo se constrói com o tempo, diálogo e honestidade. Se você sente que precisa de ajuda para encontrar um profissional que faça sentido para você, a equipe de acolhimento da escutaaqui está pronta para te orientar: 👉 https://www.escutaaqui.com/ O psicólogo certo não é aquele que promete respostas fáceis — é aquele que caminha com você enquanto as respostas se constroem.
Por Matheus Santos 3 de janeiro de 2026
Em algum momento do processo terapêutico, muitas pessoas se perguntam: “Será que a terapia está funcionando mesmo?” “Por que não me sinto melhor ainda?” “Será que esse processo é para mim?” Essas dúvidas são mais comuns do que parecem — e, na maioria das vezes, não significam que a terapia não funciona , mas que algo importante está acontecendo no processo. Antes de desistir, vale parar e avaliar alguns pontos fundamentais. Neste texto, você vai entender: por que é comum sentir que a terapia não está funcionando sinais de que o processo está em andamento (mesmo sem alívio imediato) situações em que ajustes são necessários quando trocar de abordagem ou profissional pode fazer sentido como conversar sobre isso em terapia como a escutaaqui pode te apoiar nesse momento Sentir dúvida faz parte do processo terapêutico A terapia não é um caminho linear. Ela envolve avanços, pausas, desconfortos, recaídas e reorganizações internas. Em muitos casos, a sensação de que “não está funcionando” surge quando: emoções difíceis começam a aparecer padrões antigos são questionados defesas emocionais começam a cair mudanças internas ainda não se traduziram em alívio externo Paradoxalmente, esse momento costuma indicar aprofundamento , não fracasso. 👉 Quanto tempo dura a terapia? https://www.escutaaqui.com/quanto-tempo-dura-a-terapia-entenda-o-processo-e-tenha-expectativas-realistas A terapia não é apenas sobre se sentir melhor Um equívoco comum é medir o sucesso da terapia apenas pelo alívio imediato. A terapia também serve para: aumentar consciência emocional identificar padrões repetitivos compreender escolhas desenvolver autonomia aprender a lidar com emoções difíceis mudar a forma de se relacionar consigo e com os outros Esses ganhos nem sempre são percebidos como “bem-estar” no início. Sinais de que a terapia pode estar funcionando (mesmo sem parecer) Alguns sinais sutis de progresso incluem: você pensa mais sobre si fora da sessão começa a perceber padrões antes invisíveis sente emoções que antes evitava questiona comportamentos automáticos reage de forma diferente a situações parecidas consegue nomear melhor o que sente Esses movimentos internos precedem mudanças mais visíveis. Por que às vezes parece que a terapia piorou? É relativamente comum sentir um aumento temporário de desconforto quando: temas sensíveis começam a ser abordados traumas são revisitados com cuidado sentimentos reprimidos vêm à tona você para de evitar certas emoções Isso não significa que a terapia está te fazendo mal — significa que ela está tocando no que precisa ser cuidado , com segurança. 👉 O que não fazer na terapia https://www.escutaaqui.com/o-que-nao-fazer-na-terapia-comportamentos-que-podem-dificultar-o-processo Quando é importante conversar sobre isso em sessão Se a sensação de estagnação ou frustração persiste, o primeiro passo não é desistir — é conversar . Vale trazer para a sessão pensamentos como: “Tenho sentido que não estou avançando” “Não sei se estamos trabalhando o que eu preciso” “Estou com dúvidas sobre o processo” “Tenho vontade de desistir” Falar sobre a própria terapia é parte da terapia . 👉 O que falar na terapia https://www.escutaaqui.com/o-que-falar-na-terapia-como-aproveitar-melhor-as-sessoes A abordagem terapêutica pode influenciar essa sensação Nem toda abordagem funciona da mesma forma para todas as pessoas. Algumas são mais: estruturadas focadas em objetivos orientadas para habilidades Outras são mais: exploratórias profundas focadas em padrões emocionais Se houver desalinhamento entre sua expectativa e a abordagem utilizada, ajustes podem ser feitos — ou uma mudança pode ser considerada. 👉 Abordagens integrativas na psicologia https://www.escutaaqui.com/abordagens-integrativas-na-psicologia E quando o vínculo com o psicólogo não se constrói? O vínculo terapêutico é um dos fatores mais importantes da eficácia da terapia. Se você sente: dificuldade de confiança sensação de não ser compreendido(a) falta de segurança para se abrir desconforto persistente sem elaboração isso merece ser olhado com cuidado. Às vezes, conversar sobre isso resolve. Em outros casos, trocar de profissional pode ser saudável — e não é um fracasso. 👉 Como escolher um psicólogo online https://www.escutaaqui.com/como-escolher-um-psicologo-online-guia-completo-para-fazer-a-escolha-certa Quando realmente pode ser hora de repensar o processo? Alguns sinais indicam a necessidade de reavaliação: ausência total de objetivos claros após muito tempo falta de espaço para diálogo sobre o processo sensação constante de invalidação estagnação prolongada sem reflexão ausência de contrato terapêutico mínimo Nesses casos, é legítimo repensar o caminho. A terapia online muda essa experiência? A terapia online não reduz a profundidade do processo, mas pode: facilitar constância reduzir faltas diminuir barreiras logísticas aumentar conforto emocional 👉 Diferenças entre terapia online e presencial https://www.escutaaqui.com/diferencas-entre-terapia-online-e-presencial-qual-e-a-melhor-opcao-para-voce Para muitas pessoas, isso melhora a adesão e os resultados. Como a escutaaqui apoia você nesses momentos de dúvida A escutaaqui entende que a terapia é um processo vivo — e que dúvidas fazem parte dele. Por isso, oferece: acolhimento desde o início psicólogos qualificados e éticos possibilidade de ajustes no processo orientação clara atendimento online acessível cuidado humano E um diferencial que amplia o sentido do cuidado: A cada sessão paga, uma sessão é doada para alguém em situação de vulnerabilidade. Cuidar de si também gera impacto social. Antes de desistir, vale escutar o que essa dúvida quer dizer A vontade de desistir nem sempre significa que a terapia não funciona. Muitas vezes, ela aponta para algo que precisa ser dito, ajustado ou compreendido. Se você sente que algo no processo precisa de atenção, a equipe de acolhimento da escutaaqui está pronta para te ouvir e orientar: 👉 https://www.escutaaqui.com/ Às vezes, insistir um pouco mais — com consciência — é exatamente o que permite a mudança acontecer.
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